Não sei se todos sabem, mas sou apaixonadíssima por cinema e por sorte, meu namorado também é… Por causa disso, acabamos indo no cinema quase toda a semana, ou melhor, toda a vez que tem um filme que achamos que compensa assistir na telona. Isso porque somos um dos maiores baixadores de filmes do mundo!
Pensando nesse meu amorzinho, resolvi postar todos os filmes que vão sair, ou já saíram, no mês de maio e que quero ver. Não são muuuitos e alguns que já vi esse mês não foram de minha vontade, vulgo o Homem de Ferro, que vi por simpatia ao meu namorado, o meu cunhado e o primo deles. Mas foi um cineminha divertido, mesmo eu não gostando do Robert! De qualquer forma, vamos lá (:
❤ Elena
Sinopse: Ao viajar para Nova York, Elena segue o sonho de se tornar atriz de cinema e deixa no Brasil uma infância vivida na clandestinidade, devido à ditadura militar implantada no país, e também a irmã mais nova, Petra, de apenas sete anos. Duas décadas depois, Petra, já atriz, embarca para Nova York atrás da irmã. Em sua busca Petra apenas tem algumas pistas, como cartas, diários e filmes caseiros. Ela acaba percorrendo os passos da irmã até encontrá-la em um lugar inesperado.
O motivo: É um filme que tem alma (e corpo e coração). Conheci o filme não pelo trailer, mas sim por um video que fizeram com “depoimentos” dos atores que “conheceram” a Elena. Sem falar que o trailer em si é fantástico e lindo. É um filme pura arte, ao menos pelo o que o trailer mostra.
❤ Bonitinha, mas ordinária
Sinopse: Edgard (João Miguel) trabalha como subalterno na empresa do milionário Werneck (Gracindo Junior) e é apaixonado por Ritinha (Leandra Leal), uma mulher simples que trabalha como professora para sustentar a mãe e suas três irmãs. Um dia Peixoto (Leon Góes), genro e funcionário de Werneck, lhe faz uma proposta para que se case com Maria Cecília (Letícia Colin), filha do patrão. O motivo é que Maria Cecília foi currada e agora precisa de um noivo, mesmo que seja comprado. Edgard hesita, mas aceita a proposta. A partir de então ele entra em uma grande dúvida: deve depositar o cheque e se casar com Maria Cecília ou ficar com Ritinha, seu grande amor?
O motivo: Não dei muita bola para ele quando li a sinopse, mas algo no trailer me prendeu. Fiquei curiosa para saber mais sobre a história e como o diretor vai tratar o tema que é pesado.
❤ Terapia de Risco
Sinopse: A trama gira em torno da jovem Emily Hawkins (Rooney Mara), que acaba de ver o marido (Channing Tatum) ser libertado da prisão por um crime de colarinho branco. Mesmo aliviada, Emily tem crises de depressão e busca a ajuda de medicamentos prescritos para conter a ansiedade. Ela também busca amparo num tratamento psicológico, lidando com profissionais (Jude Law e Catherine Zeta-Jones). O tratamento, por mais que comece de forma positiva, vai gerar consequências inesperadas na vida da jovem.
O motivo: Não sei se há milhares de motivos… Eu acho o Steven Soderbergh um camaleão do cinema, então estou curiosa para saber o que ele aprontou dessa vez. Sem falar que eu adoro o Jude Law e a Rooney Mara, então é um incentivo para ver o filme!
❤ Giovanni Impriotta
Sinopse: Giovanni Improtta (José Wilker) é um contraventor que sonha com a ascensão social e vive há anos com Marilene (Andrea Beltrão), sua ex-amante. Após a morte de um colega de trabalho, Giovanni tem a grande chance de entrar para a cúpula, um grupo formado apenas por grandes contraventores que está negociando nos bastidores a liberação dos cassinos no Brasil. Animado com o negócio, ele almeja também entrar para um badalado e exclusivo clube, que não o deseja por perto devido ao seu histórico como bicheiro. Para tanto conta com a ajuda de Patrícia (Julia Gorman), a filha de um influente conselheiro que pode decidir sobre sua entrada ou não no clube. O problema é que Patrícia logo fica interessada em Giovanni, o que causa problemas no seu relacionamento com Marilene. Ao mesmo tempo existe um golpe sendo elaborado, sem que Giovanni saiba, para que seja preso.
O motivo: Eu amava o Giovanni em Senhora do Destino, mesmo sendo pequena quando a novela passou… Um filme dele, nas piores das hipóteses, vai ser um jeito de eu relembrar aquela figura engraçadíssima! Mas espero que o filme seja super bom!
❤ Se beber, não case II
Sinopse: Alan (Zach Galifianakis) está deprimido devido à morte de seu pai. Preocupado com o cunhado, Doug (Justin Bartha) sugere que ele vá até um lugar chamado New Horizons, que pode torná-lo um novo homem. Alan apenas aceita a sugestão após Phil (Bradley Cooper) e Stu (Ed Helms) concordarem em levá-lo. É o início de uma nova viagem do trio, que acaba sendo interrompida bruscamente pelos capangas de um traficante (John Goodman). O malfeitor está atrás de Chow (Ken Jeong), que lhe aplicou um golpe milionário, e acredita que os três amigos ainda possuam contato com ele. Precisando encontrá-lo a todo custo, eles acabam indo parar no México e, mais uma vez, em Las Vegas.
O motivo: Tenho essa mania de gostar de ver “ciclos fechados”. Mesmo não tendo gostado do segundo filme, espero que o terceiro seja tão engraçado quanto o primeiro (:
Esses são os filmes queridos e esperados desse mês! Mês que vem coloco os outros que quero ver e no final de maio faço resenha de todos que vi! Vocês tem algum filme que querem ver?
Como prometido na primeira parte do post “Vamos falar sobre Direito?, dedicarei essa parte inteira para (tentar) apresentar o curso para vocês e responder algumas perguntas feitas via email, ou ask.fm.
“Vou fazer direito por que gosto de ler”
O peso de ser estudante de direito, na minha opinião, começa no vestibular. Não sei muito bem como isso é em outras cidades, mas aqui em Curitiba, Direito sempre foi um dos cursos mais concorridos, tanto em universidades publicas quanto em articulares. Eu, por sorte, pulei o vestibular de direito, porque consegui transferência, mas de uma maneira ou de outra, acompanhei a luta dos meus amigos que tentaram Direito.
Uma das coisas que sempre escutei era que para fazer direto, você tem que gostar muito de ler. Bem, isso é verdade só em partes. Eu, por exemplo, sempre amei ler. Desde pequena preferi livros à brinquedos, então cresci acostumada a ler bastante. Mas, uma coisa é você ler literatura, outra é ler livros técnicos de Direito. Obviamente, os livros técnicos são bem mais pesados e difíceis de ler do que um livro da Meg Cabot, por exemplo. Só gostar de ler, não é um fator definitivo para saber se Direito é seu curso. Acredito que saber e gostar de ler textos técnicos, esse sim é um fator que deve ser levado em consideração.
Meus livros de jornalismo eram bem mais dinâmicos e fáceis de ler. Realmente me divertia lendo algo relacionado à comunicação. Era uma leitura rápida e fácil (claro que existem livros beeem complicados, mas estou dizendo no geral). Já os livros de Direito demandam uma paciência e um tempo maior para ler, principalmente pelo vocabulário utilizado, que é bem característico da área, o famoso “juridiquês”.
“Então, direito é para quem?”
Olha, vejo na minha sala vários tipos de pessoas. Têm aqueles que foram obrigado pelos pais, aqueles que não sabiam o que fazer e escolheram direito, aqueles que adoram a ideia de ter uma profissão de status, aqueles que amam política, aqueles que amam ler,… São muitos “tipos” de pessoas, motivados por inúmeras razões.
É muito difícil definir um perfil exato, porque cada pessoa tem suas individualidades… Acho que quem quer fazer direito não pode odiar ler e utilizar muito do tempo para fazer isso. Também tem que gostar de política e querendo ou não, de história. Sem falar de se interessar por leis, que isso é básico. Mas é óbvio que durante o curso terão matérias não muito legais, como em qualquer outro curso!
As matérias
O primeiro período, na PUC, serve para dar introdução ao direito. Além das matérias obrigatórias da faculdade, tive História e Antropologia do Direito, Ciência Política, Economia Política, Direito Civil (que vem na grade curricular com o nome de Teoria Geral da Relação Jurídica, sabe-se lá o porquê), Sociologia Gerale Teoria do Direito.
Estudar direito de verdade, estudava só em Teoria da Relação Jurídica, já que as outras matérias eram mais uma fundamentação teórica geralzona. Teoria do Direito era basicamente o estudo das correntes do direito, dando um panorama geral do que seria essa área, seus principais pensadores, trabalho que fundamental toda a teoria e entre outras coisinhas assim. Como sempre gostei muito de política, e depois descobri que gostava muito de economia, me dediquei mais à essas duas matérias que, querendo ou não, tem uma relação direta com o Direito.
Agora no segundo período, tenho Teoria do Estado e da Constituição,Teoria Geral do Direito Penal, Hermenêutica Jurídica, Psicologia Jurídica, Sociologia Jurídica, Filosofia e Teoria Geral da Relação Jurídica II. Como minha faculdade é semestral, e não anual, as matérias são bem diferentes a cada semestre e agora, tenho Direto “de verdade”.
No segundo período, tenho matérias mais práticas (na medida do possível), como Direito Penal, Psicologia Jurídica e Direito Civil. Ou seja, são matérias que consigo fazer uma relação mais concreta com a prática da profissão. Sou filha de psicóloga, então tenho mais facilidade e carinho por essa área e por alguma razão, acabo por gostar muito de Penal também. Meus professores dessas matérias são incríveis, então tudo é facilitado!
Para quem não sabe, Direito Penal estuda as normas que o Estado, por meio do Poder Legislativo (que faz lei), cria e tem para proteger a sociedade. Não consigo explicar melhor, mas acho que deu para entender, né?! Qualquer coisa perguntem. Já a Psicologia Jurídica, estuda as pessoas no meio jurídico, tanto como elas se comportam devido à determinada lei ou os motivos que levam a alguém infringir a lei.
Vale lembrar, que diferente de outros cursos, o Direito é bem teórico. Em jornalismo colocava mais a mão na massa, gravava, escrevia, editava. Já no Direito, aprendo a teoria e até agora não apliquei o que vi de uma forma tão direto quanto aplicava em jornalismo. Eu acredito que com o passar do tempo, com o Núcleo de Práticas Jurídicas e com um eventual estágio, vou começar a lidar com o direito de uma forma mais direta.
Mas é difícil?
Olha, acredito que tudo na vida precisa de dedicação. No meu primeiro semestre me dedicava de uma maneira e hoje já vi que preciso de um esforço maior, não só para ter notas melhores, mas sim para ser uma profissional competente. Nunca fui, e não me imagino sendo, aquela pessoa que sabe de tudo e que deixa de fazer as coisas que gosta para ficar estudando. Tenho uma vida social ok, saio toda a semana, nem que seja só para ir ao cinema ou tomar café, mas nem por isso deixo de estudar para as provas. É claro que, de vez em quando, dá aquela preguiça de estudar para a prova e acabo deixando para o dia anterior, mas normalmente é para as provas que tenho mais facilidade. Quando estou com dificuldade, sei que tenho que redobrar meus estudos e faço de tudo para recuperar a nota!
Por ser preguiçosa, demorei um pouco para entender como estudar. A maioria das pessoas não sabem, mas não é todo o método que funciona para todos. Cada pessoa tem uma forma de estudar específica para o jeito que o cérebro armazena informações. “Aprendi” a estudar fazendo textos, mas depois de uma certa idade, vi que não funcionava muito bem comigo.
Hoje em dia, estudo por flash cards, que são como resuminhos! Se quiserem, eu posso fazer um post específico de como eu estudo, talvez ajude!
Espero que tenham gostado, qualquer dúvida estou à disposição.
Já aviso que esse post será longo, mesmo tendo duas partes (ou talvez três). O motivo são variados: passamos mais de 12 horas nesse parque, ele é cheio de coisas para fazer, todo o canto tem coisas para fotografar, e também porque nós três fizemos um caça aos personagens. Como assim caça aos personagens? A Nicole, que é minha irmã, resolveu que queria TODOS os autógrafos de personagens e das princesas, para o livro de autógrafos dela. Tivemos que passar lá outro dia para conseguir os que faltavam, mas conseguimos.
Como o parque é dividido em Main Street USA (a rua de entrada), Liberty Square e quatro “terras”: Adventureland, que é a área dos piratas; a Frontierland, que tem uma temática de faroeste; a Tomorrowland, que tem uma temática futurista; e por último a Fantasyland, que é a área da fantasia. Dedicarei esse post à Main Street e a Tomorrowland. Introdução feita, agora vamos lá.
Acordamos mortas. Três dias de Orlando e nosso corpo já estava atropelado e dolorido como nunca. Como éramos guests, ou seja, éramos hospedes de hotel da Disney, tínhamos “horas mágicas” antes do parque abrir, para aproveitarmos o parque. Acordamos atrasadas e até as três noivas moças se arrumarem, já havia acabado essas horas. Ou seja, não ia ter tempo pro café da manhã, então iámos ter que comer algo no parque…
Olhamos a previsão do tempo, que era 8º, rimos, porque era impossível (na nossa cabeça), de fazer esse tempo na Florida, mesmo que no inverno. Bem, era engano nosso. Saímos do quarto e quase congelamos, estava MUITO frio mesmo. Colocamos as blusas reservas e fomos direto pro carro.
Como nosso hotel era o Art and Animations Resort, que fica dentro do complexo Disney, tínhamos a opção de ir de ônibus até lá. Mesmo com o aviso do moço do hotel, achamos que seria uma ideia melhor, já que temos preguiça de andar, ir de carro! A “”entrada do parque é muito bonita”" e dá aquele quentinho no coração de pensar que você entrará na Disney… Mas não é beeem a entrada do parque, mas sim do estacionamento.
Ao parar o carro, descobrimos que teríamos que pegar ou o monorail ou o ferry boat para chegar propriamente no parque. Como o dia estava bonito, resolvemos ir de barquinho… A ideia foi meio burra, porque o barco é todo destampado e estava um frio insuportável! Foram 10 minutos de vento, acompanhados de uma visão bonita, do parque se aproximando.
Quando descemos do ferry boat, a sensação de “estamos na Disney” já era gigante, me senti tão boba quanto da primeira vez, com o coração batendo super rápido! Logo na entrada tem um trenzinho que faz a volta no parque todo, nunca fui nele e não sei muito bem como funciona, mas é claro, tirei fotos! Estava com milhares de camadas de roupas, e por cima, estava com o moletom que a minha tia comprou quando foi para Disney! Ele está perfeito e é meu moletom preferido no mundo, tenho dois iguais que uso sempre <3
Nossas caras de sol + frio são lindas, haha.
Main Street
Passada a revista e a validação do ticket (que era a chave do nosso quarto), resolvi pegar os bottons que o parque distribuí. Peguei o de 1st Visit (Primeira visita) para a Nicole e de Happy Birthday, porque a viagem era em comemoração ao aniversário dela. Eles colocaram um Mickey como “pingo no i”, coisa mais bonitinha. Logo na entrada, além dos bottons,alguns personagens ficam na pracinha para tirar foto. Nesse dia, e no dia seguinte que voltamos, era a Marie e o Pluto que estavam lá. Como a fila da Marie era menor e gostamos mais dela, escolhemos ela como a primeira personagem da Disney para tirarmos fotos.
Enquanto a Nico “guardava o lugar na fila”, nós corremos para perguntar sobre almoço com as princesas e com os personagens. Minha princesa preferida sempre foi a Belle, e por isso queria muito ter almoçado/jantado no Be Our Guest, que é um restaurante (novo), que fica no castelo. Porém, a reserva tinha que ser feita com mais de 6 meses de antecedência… Mas o que a Nicole queria mesmo, era ter uma refeição com o Pooh e seus amigos… Ela nunca foi muito de princesas, ela gostava mesmo do ursinho Pooh, tanto que ela sempre se fantasiava dele nas festas à fantasia!
Decidimos fazer um brunch, ao invés de tomar um café da manhã e depois almoçar, e para alegrar a dona Nicole, fizemos isso no The Crystal Palace, que é o lugar aonde o Ursinho Pooh fica! Ele é localizado bem do lado do castelo, então enquanto você come, você consegue ter uma visão bem bonita.
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Mais de 1,1 bilhões de pessoas no mundo vivem com 1 dólar por dia. Uma realidade muito distante de todos que estão lendo esse post agora. E também era uma realidade distante de Zach Ingrasci e Chris Temple, dois estudantes de economia da Universidade de Claremont McKenna, na Califórnia, que resolveram viver como essas pessoas.
Durante 56 dias, juntamente com Sean Leonard e Ryan Christoffersen, só tiveram 224 dólares (ou 56 dólares por pessoa), para sobreviver em Pena Blanca, na Guatemala. Esse dinheiro servia para comprar comida e materiais necessários, como lenha, roupas, tenda, e para a zona de cultivo. A água ficava por conta da chuva, que poderia vir, ou não.
Segundo eles, a ideia não foi de aventura, mas sim de conscientizar as pessoas de como esse 1,1 bilhões de pessoas vivem, como as condições são desumanas e impossíveis de viver. Para vocês terem uma ideia, eles comiam metade das calorias recomendada por dia, ou seja, comiam de 500 a 700 calorias.
Antes e depois.
Antes e depois.
Picadas de inseto, como pulgas e pernilongos.
Comida preparada com o dinheiro sorteado.
Acharam interessante? Dá para ajudar o projeto, doando uma quantia que vai servir para tirar essas pessoas de Pena Branca da miséria. Para saber mais, é só entrar no site ou na página do facebook!
Hoje acordei com o coração meio doendo, por questões que não são de meu alcance. Coisas que não posso fazer nada para resolver. Me sentir impotente é um sentimento que me dói como tristeza…
Então, resolvi fazer uma playlist. Não que vá ajudar no problema, mas, de vez em quando, música ajuda a gente enfrentar coisas que não conseguimos. Espero que vocês gostem (: