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Há mais ou menos duas semanas, eu vim até aqui, para contar uma ideia que eu tive: responder “cartinhas” de migas e migos que estavam com dúvidas sobre um determinado assunto. Fiquei muito feliz com a quantidade de e-mails que recebi, com histórias muito bonitas e outras que me deixaram com o coraçãozinho apertado, por não poder fazer muito em situações não tão legais que rolam.

E por causa disso, estou tentando gravar a maior quantidade de videos que consigo, liberando uma vez na semana. Mas sendo bem sincera, tô com medo de ficar repetitivo, então vou intercalar com outros videos, ok?!

Pois então, as duas primeiras cartinhas se ligam por serem dilemas “de vestibular”, ainda que não sejam muito iguais. A primeira cartinha é de uma menina muito querida que perdeu o padrasto dela e isso a deixou muito triste, que acabou fazendo com que ela não entrasse na faculdade, porque não conseguia se dedicar o suficiente. Com isso, ela viu todas as amigas dela entrando na faculdade, vendo todo mundo viver a vida deles, e acabou se sentindo que “foi deixada para trás.

Já a segunda cartinha, é de outra menina querida que não sabe pra quê presta vestibular, que se sente muito confusa e que os pais acabam a pressionando para fazer Medicina ou Direito, sendo que se ela “pudesse escolher”, faria Design Gráfico. Ela também tem dúvidas sobre se mudar para uma cidade maior, como São Paulo, ou algo assim. Ela estava bem tristinha sobre o assunto e eu espero que tenha ajudado!

Só deixando (mais uma vez) claro que eu não sou psicóloga, bem longe disso, mas achei que seria uma ideia para ques está com dúvidas, escutar opiniões de alguém que é “neutro” e que pode ver os problemas de fora. Eu adorei responder essas perguntinhas e caso você esteja com uma dúvida, pergunta, ou só queira conversar, é só mandar um email para contato@avecgigi.com. Eu não divulgarei o nome de ninguém, exceto se a pessoa pedir. Estou aqui de coração, porque somos mais quando nos abrimos ao demais (:

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Lembra que contei que vai ter video no meu canal toda a semana? Pois bem, estou cumprindo com o prometido e toda a quinta-feira tá tendo video novo lá no YouTube.

O vídeo da semana passada foi um vlog/Fragmentos/Rolê da Gigi de quando o Doug foi me visitar lá em Chicago e fomos no Field Museum e no Adler Planetarium. Eu já tinha até feito um post sobre o Field Museum da primeira vez que fui pra Chicago e como eu amo de paixão esse museu, não pude deixar de levar o Douglas pra tomar um chá da tarde com a Tinossaura mais linda do mundo: a Sue.

Então, nesse maravilhoso video, eu e o Doug enfrentaremos altas aventuras visitando a Sue, mamutes e outros maravilhosos animais que já faleceram (RIP) e, não obstante, iremos viajar para o espaço, visitar estrelas e dançar Hotline Bling , porquê sim! (Na verdade mais ou menos, porque o Douglas encontrou diversas dificuldades para filmar/fotografar vários momentos).

Para acompanhar essa e outras milhares de aventuras, não esqueçam de se inscreverem no canal clicando na girafinha no canto direito do vídeo, ou aqui! E é claro, dar aquele joinha das gatas <3

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Se você não sabe o que é Neko Atsume, eu vou tentar explicar rapidinho e tentar passar a alma desse lifestyle, sem deixar a mágica dele de lado. Neko Atsume é um “joguinho” para celular, no qual você “decora” sua casa, “coloca” comidinhas e gatos “te visitam”. É só isso. Não tô simplificando, o jogo é basicamente esse. Você não consegue brincar com os gatos, acariciar os gatinhos, passear com esses felinos ou nenhuma outra interação que você possa ter com eles.

Os gatos, assim como outras coisas na vida, não são teus. Como já disse aquele filósofo Flik, “eles vem, comem e vão embora”. E isso já seria dificil se eles não fossem tão fofinhos. Mas, como disse no tweet abaixo, Neko Atsume é uma metáfora para a vida.

Os gatos, assim como as pessoas, não são de ninguém. Felizmente, não podemos ter pessoas, justamente porque essas são seres livres para serem o que quiserem. Infelizmente, acabamos nos apegando às pessoas e com isso, criamos uma ilusão de posse.

O filme “A Bonequinha de Luxo”, (um clichê da nossa geração, hehe) aborda por grande parte essa questão. A Holly tinha um gato chamado “Gato”, porque ela se recusava a colocar um nome dele, porque a partir desse momento eles pertenceriam um ao outro.

De fato, não sou ~a pessoa vivida~, mas já estive em vários relacionamentos (não só amorosos) em que a relação se transforma em uma posse esquisita e, por consequência, em um ciúmes e sensação de dever doentio. Com o passar do tempo, com muita dor e resiliência, acabamos aprendendo que essas relações são tóxicas e que não é muito bem o que queremos.

Porém, como eu já disse em video, há várias pessoas que passam a vida toda sem entender que a “posse” de outra pessoa, é nada além de uma ilusão e que é prejudicial não só pro outro, mas também pra você.

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Conforme eu fui crescendo e aprendendo um pouco mais sobre a vida, entendi que tudo é uma questão de tempo, as pessoas entram na nossa vida, nos alegram, nos ensinam e vão embora. Em momento nenhum,  elas são nossas. Muito pelo o contrário, é um acordo de divisão. Nos dividimos com o outro, dividimos nosso tempo, nossas alegrias, nossos sonhos (e até os somamos) e aprendemos muito.

É por isso que eu entendo que ninguém passa na nossa vida por acaso e muito menos sem nos ensinar algo. Todo relacionamento, até o pior do mundo, nos ensina algo. Pode nos machucar, mas logo depois, nos fortalece. O que só me entristece, é que têm pessoas que passam a vida toda sofrendo, demorando muito para entender tudo isso.

Voltando ao tópico de todo esse texto, o Neko Atsume é exatamente isso (e caso não tenha deixado muito claro: gatos = pessoas). Não tenho nenhum controle sobre os gatos. Eles vem, comem um pouquinho, brincam um pouquinho, alegram meu dia com sua fofura e vão embora, às vezes sem ao menos dar tchau. No começo dói, no começo não entendia qual era desse jogo sem sentido. Mas superei e entendi que o importante é o período que o gato está com você, se divertindo enquanto eu me divirto e tiro fotinhos e fico feliz com a felicidade dele. Essa troca de momentos felizes, é o que faz nosso relacionamento ser tão valioso. E torço muito para que o gatinho volte, coma mais um pouquinho, se divirta (ou até descance) e compartilhe a felicidade comigo.

e ah, se você quiser entrar nessa comunidade virtual de amor que é o Neko Atsume, ele está disponível para iOS e Android <3

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Hey! Na tarde de ócio que foi hoje tive uma maravilhosa (porém nada original) ideia. Eu sou exatamente a pessoa do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” (por favor!!!), mas eu sou muito boa em racionalizar as coisas e ver a “big picture” quando preciso.

De vez em quando eu recebo uns emails muito queridos de pessoas me pedindo conselhos e eu adoro responder e dar essa atençãozinha pra vocês. Sem falar que é interessante parar um pouquinho para pensar em ajudar o outro e acabamos nos ajudando! E vem pergunta sobre tudo, namoro, viagem, faculdade, estudos, sexo, feminismo,…, tanta coisa!

Ainda não sei se farei em vídeo ou por post mesmo. As “respostas” serão anônimas, exceto quando vocês falarem que tudo bem mostrar o nominho.

Mas como faço pra mandar? Tem tantas formas… Mas vamos combinar três jeitinhos: ou por mensagem na página do Facebook, ou por comentário (que aí eu nao aceito!) ou por email no contato@avecgigi.com. Se for meio grande, melhor mandar por email que fica mais fácil pra organização.

Não sei se vocês gostam da ideia, mas achei um bom jeitinho de criarmos uma “ligação” legal <3

Beijoquinhas :*

Hellow! Esse é um post super-mega especial porque fui convidada pela Expedia Brasil para contar um pouco mais sobre os lugares mais legais de Curitiba! Não sei se vocês sabem, mas nasci e morei a vida inteira aqui. Só me ausentei por alguns meses pra fazer meu intercâmbio em Chicago, que é uma cidade bem parecida com Curitiba (mas isso é assunto para outro dia).

Claro que aceitei o convite do Expedia na hora para dividir com vocês os 10 lugares que você têm que conhecer quando vem pra cá e ó ~spoiler alert~: tem comida no meio, hehe.

Museu Oscar Niemeyer (MON)

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Comparada com São Paulo, Curitiba (infelizmente) não é uma cidade de muitos museus. Mas isso não quer dizer que não tenhamos museus ou que a qualidade deles não seja boa, muito pelo contrário. O MON é meu museu preferido não só por suas exposições, mas também por ter uma arquitetura maravilhosa. Ele foi projetado por Oscar Niemeyer, inaugurado em 2002 e desde lá já ganhou o apelido de “Museu do Olho” porque bem… uma das galerias tem um formato de olho (mas que na verdade é uma bailarina).

As exposições fixas são em sua maioria esculturas, mas sempre tem exposições temporárias muito legais. A última que eu fui foi da Frida Kahlo e achei super emocionante.

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Outra coisa que eu acho maravilhosa do museu é o Parcão, que é uma parte de seus gramados em que os cachorrinhos podem correr soltos e socializar com outros miguinhos. Contei aqui sobre quando levei o Frederico.

Jardim Botânico

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O Jardim Botânico é um dos lugares mais lindos aqui em Curitiba. É um parque grandão, cheio de árvores e flores (o ~botânico~ vem daí haha). Tenho certeza que umas das imagens que você já viu de Curitiba foi da sua estufa, que é o “cartão postal” daqui.

Okay, é um clichêzão sim. Todo mundo fala que ~tem que ir~ e não quero só engrossar o coro mas de verdade, é muito bonito mesmo! E eu sou suspeita pra falar porque a vista do meu quarto é pro parque, então ele é já um pedação do meu dia-a-dia.

Largo da Ordem e sua feirinha

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Essa dica é uma em duas ~tanãnnn~. O Largo é uma região de Curitiba onde é o Centro Histórico da cidade, ou seja, é um pedacinho cheio de casinhas e igrejas antigas. Quando a Stephanie veio pra cá me visitar, eu não pensei duas vezes em levá-la pra conhecer essa parte tão fofa da cidade.

Outra oportunidade bacana para conhecer o Largo é nos Domingos de manhã, onde acontece a Feirinha do Largo da Ordem (nome super original hehe). Além de ser uma oportunidade super boa de conhecer o artesanato local e levar algumas lembrancinhas pra casa, é um ótimo lugar pra experimentar um pouco da culinária paranaense, o que nos leva para próxima dica:

Farnel

*os preços são antigos*

*os preços são antigos*

Situado bem no coração do Largo da Ordem, o Farnel é um restaurante-gracinha em uma casa bem antiga e tradicional daqui de Curitiba. Além disso, como se o ambiente e a localização não fossem curitibanas o suficiente, eles servem pratos curitibocas paranaenses pra ninguém colocar defeito.

Eu, particularmente, super aconselho vocês comerem o Barreado, que é minha comida típica preferida. Posso dizer que a apresentação em um modo geral não é muito boa em qualquer lugar que você for comer (é uma comida de cara esquisita), mas deixa eu contar que é uma delícia.

Se você não tem ideia do que barreado é, vencá que eu te explico: é uma carne bovina cozinhada com temperos e bacon, em uma panela de barro vedada, durante horas e mais horas até ela basicamente derreter. Pra comer você coloca um arrozinho e farinha de mandioca e prontinho. Há quem coloque banana também, mas eu não gosto haha.

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De sobremesa têm bolo de chocolate ~da vovó~, doces em colher e aquelas frutas em calda que sua vovó sempre fazia sabe?! Tudo uma delícia. Não tenho certeza dos valores, mas é só acessar o site que você tem uma ideia certinha dos preços!

Passeio de ônibus (e o Bosque do Alemão)

De novo uma dica dois-em-um! Caso você queira conhecer a maioria dos pontos turísticos de Curitiba, uma boa ideia é pegar os ônibus de turismo que saem na maioria dos pontos turísticos de Curitiba. Você paga por volta de 50 reais e tem direito há várias “descidas e subidas” no ônibus. Sei que é caro, mas ó a dica: você pode dividir suas “descidas e subidas” com seus amigos e só dar uma volta pela cidade ao invés de descer em todos os lugares.

Porém, eu indico muito descer no Bosque do Alemão, que é um dos bosques mais fofos de Curitiba. Lá tem o caminho de João e Maria, em que voce vai andando e lendo um pouquinho da história até chegar na Casa da Bruxa, onde tem uma bruxinha que conta histórias legais! Sempre ia lá quando era criança, adorava escutar as histórias das bruxas. E além disso, é muito bonito todo o parque!

Feirinhas de Rua

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Curitiba é cheia de feirinhas gastronimicas noturnas, geralmente cada dia em uma região diferente da cidade. Toda quinta-feira tem uma aqui pertinho de casa, mas tenho certeza que vai ter uma rolando em algum lugar sempre que você quiser. Eu super indico experimentar Pirogi, que é uma comida tipica da Polônia (:

De vez em quando há as feiras “maiores”, como é o caso do Alto Juvevê, que acontece do bairro Juvevê. Esse tipo de feira é um pouco mais movimentada, mas tem “barraquinhas” mais diferentes! Inclusive mostrei nesse Fragmentos um pouquinho.

New York Café

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Acho que vocês até conhecem já o NY de tanto que eu posto sobre nas minhas redes sociais. O café é incrivelmente aconchegante e a comida é uma delícia. Foi amor a primeira vista e já são alguns anos de amor desde então. A decoração é muito fofa, a comida é uma delicia e o atendimento super bom (:

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Eu aconselho o seguinte pedido: batata frita com molho turbo, Phillycheese Steak e pra beber um Penutbutter latte, é puro amor, juro pra vocês <3

Vicente Machado (e James Bar)

Se você é como eu e adora muito um ~rolê noturno~, cá está as duas últimas dicas para um rolê maravilhoso! Mais pro final da semana (a partir de quarta, na verdade), a Rua Vicente Machado fica lotada de pessoas legais. Todo mundo fica bebendo e comendo na calçada, já que existem diversos bares pela rua. Os meus preferidos são o Whatafuck, que vende hamburger por 12 reais, e o Pizza, que vende pizza (dã) por 5 reais o pedação. E se eu contar pra você que é tudo uma delicia mesmo custando esse preço ~de boa~? Ou seja, virou lugarzinho favorito pra dar rolê!

E caso você queira emendar uma balada, eu super indico o James Bar, que fica na mesma rua, uma quadra pra baixo. Cada dia tem uma festa diferente, então é só dar uma olhada na programação na página do facebook deles e chegar um pouquinho antes porque sempre sem fila!


Como vocês puderam ver, Curitiba é uma cidade muito gracinha e cheia de passeios legais para fazer. Eu, particularmente, dificilmente trocaria a minha cidade por outra cidade brasileira. Espero que algum dia vocês venham pra cá e vejam quão amor é a minha cidade. E quando vierem, avisa ai que nós marcamos um role e não esqueçam de confir também as dicas da Expedia Brasil sobre Curitiba <3