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HELLOOOWWWW, sentiram minha falta? s ou n? Vou supor que sim porque né… Tá tudo bem comigo, já rolaram muitas coisas desde que cheguei na ~terra do tio Sam~ (todas boas, by-the-way!). Mas isso eu conto pra vocês depois, ou vocês podem ter uma ideia clicando aqui ou me seguindo no snapchat (gmichelato)! So….vamos pro que interessa: o BEDA. 

Não sei se já comentei aqui, mas eu participo do Rotaroots, que é um projeto maravilindo que tem o objetivo de resgatar a blogosfera old school! É um grupo cheio de pessoas que ~considero pakas~ e tem um feeling de um ajuda-o-outro maravilhoso. Se você quiser participar, clica aqui. Mas tá, o que é o BEDA?

BEDA é um projeto inspirado no VEDA (Vlog Every Day April) e que significa Blog Every Day August. O que quer dizer que a ideia é fazer um post por dia –ou, convenhamos, tentar ao máximo!– durante todo o mês de agosto. (Já que agosto é o mês do blogday, que acontece dia 31/08)

Então isso quer dizer que teremos você postando todos os dias de agosto, Giovanna? NAUM, hehehehe. Eu queria realmente postar, mas acontece que meu computador vai pra assistência técnica hoje e não sei quando volta. MAS NÃO CRIEMOS PANICOOOOO! Eu tentarei postar a maior quantidade que eu puder, mas sem pressão e obrigação, porque quero criar um conteúdo legal e não ser forçada a fazer algo, porque aí não fica massa.

Então é isso, vim aqui avisar que vocês me verão bastante esse mês, mesmo eu não postando todos os dias (~~giovanna quebradora de regras~~). Beijos nos corações de vocês e que esse BEDA seja maravilhoso <3

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A partir de amanhã, meu endereço é outro. Amanhã acordo ainda meio que sem casa, mas tendo em mente que por 6 meses não vou mais sentar onde estou sentada agora, escrevendo esse post. É aquele negócio de “sair para viver novas aventuras”.

Sempre achei que esse sentimento de “viver novas aventuras” fosse um misto de felicidade e ansiedade. Só. Mas não é bem assim… Junto com a felicidade, o estômago amarra e rola um medo gigante, tão grande que dá vontade de não ir. Vários filmes passam pela minha cabeça, sobre tudo que posso viver e tudo que vou deixar de presenciar, já que vou estar longe de tantas pessoas queridas…

Ah… Parte o meu coração toda vez que eu penso em todo mundo que não coube na minha mala, mas que vou levar no meu coração. Minha família, meu namorado, meus amigos. Não me despedi de todo mundo, mas me sinto aliviada por isso. Comecei a entender o ódio das despedidas.

Eu não sei muito bem como serão os meus próximos 6 meses, mas sei que estou me sentindo feliz, triste, ansiosa, com medo e nervosa sobre eles. É muito sentimento junto, sério. Acho que meu painel de controle está uma bagunça…

Acho estranho como algo que sonhei tanto, durante tantos anos, e corri tanto atrás nesses últimos meses já é hoje. E como não estou totalmente segura disso e como estou me sentindo, todos esses sentimentos misturados.

Arrumar a mala foi difícil, não sabia o que levar, o que deixar e se estava levando muita ou pouca coisa; fazer as coisas pela “última vez” (mesmo que seja pela ultima vez no ano), foi bem difícil: dar tchau pros amigos, pros meus sogros, fazer o caminho da faculdade-casa, dormir pela última vez na minha cama, comer certas coisas… Tudo foi feito com o choro entalado na garganta, que algumas vezes saiu e foi difícil acabar com ele.

Como sempre, estarei aqui para continuar escrevendo pra vocês. Mas essa é a última vez, no ano, que escrevo no meu quarto. E estou com o choro entalado na garganta, como em todas as outras ultimas-vezes-em-um-ano. Amanhã eu volto, mas em outro endereço…

P.S: os últimos dias foram corridos, por isso não consegui postar muito, e acredito que os próximos também serão. Pra completar, uma das câmeras do meu celular quebrou, então não consigo tirar fotos pro instagram (e consequentemente para alguns posts!). Mas ó, tô firme e forte no snapchat, então segue lá: @gmichelato

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Com a viagem se aproximando (viajo domingo!), senti a necessidade de limpar meu guarda-roupas e minhas gavetas… Tudo que era essencial, está indo comigo, ou seja, tudo que ficaram nas minhas gavetas e no meu armário, em maioria, eram coisas que ou não faziam mais parte de quem eu era, ou não sentia a necessidade de levar comigo na minha mala.

Porém, conforme eu fui tirando as coisas, fui notando quanta coisa eu tinha e quanta coisa desnecessária. Claro que algumas coisas não fazem mais parte de quem eu sou, mas que já que fazem parte quem eu era. Porém, me deparei precisando fazer uma coisa que sempre foi muito difícil pra mim: desapegar.

Eu não tenho uma memória muito boa, mas é engraçado como eu sei onde comprei cada vestido, ou cada maquiagem, ou cada caneta e borracha que está no meu quarto. Lembro da lojinha que entrei no centro, ou na loja de departamento que achei o item “x” lá na Malásia. Querendo ou não, certas coisas me trazem lembranças do momento que aconteceram e de antes e depois. Mas é preciso que eu as guarde em uma forma material?

Colocar suas coisas em uma mala só, é um desafio grande… Porém, é um exercício muito gostoso, revisitar memórias e tentar descobrir o que vale ir, o que vale deixar e o que vai direto pra doação. Mas, junto com isso, eu comecei a repensar nos meus hábitos de consumo

Vocês sabem que eu gosto muito de produtos de beleza em geral – isso não é segredo pra ninguém. Todas minhas maquiagens ficam em 3 gavetas, enquanto cremes, sabonetes e etc, ficam no banheiro. E, assim como minhas roupas, eu tive que escolher o que eu levaria, o que eu deixaria e o que eu jogaria fora/doaria. Conforme eu fui analisando minhas maquiagens e outros cosméticos, comecei a me assustar com a quantidade e o desperdício


Meu amor por maquiagem surgiu devido ao YouTube. Comecei a ver vídeos e ficar deslumbrada com todas aquelas maquiagens que as meninas que eu admirava tinham. Eu nunca fui a louca de comprar tudo, ou ter 10 bronzers e 20 bases, mas eu tinha uma quantidade muito superior à que a minhas amigas tinham. O que pra mim fazia sentido, já que eu mostrava aqui no blog algumas coisas…

Ontem, enquanto eu decidia o que colocava na mala, eu acabei vendo que isso não era um fato. Era uma mentira que eu contava, sem nem mesmo ter ideia de que eu estava mentindo pra mim mesma e para os outros. Ver gavetas e gavetas de cosméticos em vídeos, acabou fazendo com que parecesse normal ter 3 gavetas repletas de produtos que sim, eu usava, mas não precisava. E não só eu tinha gavetas repletas de produtos que eu usava, mas também um “estoque” de produtos pra repor. Isso não faz o mínimo sentido. 

Cosméticos e principalmente maquiagens, são maravilhosos. As embalagens são fofíssimas, as cores são lindas e podem até ter cheirinho gostoso. Sem falar que quando usamos, nos sentimos bonitas e maravilhosas, podendo até dar um up na nossa confiança. Mas, é preciso mesmo ter 10 máscaras diferentes, ou 4 paletas de sombras?

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Quando empilhei tudo que estava dando, e tudo que estava vencido, o Doug me olhou e disse: “você tem ideia de quanto dinheiro tem aí?”. E ele tinha razão, não só dinheiro que acabei jogando fora, mas tanta embalagem e substancias que vão fazer mal pra natureza, ainda que eu tenha dado a maioria das coisas pra minha mãe e pra minha irmã.

Agora eu estou indo para os Estado Unidos, o lugar de onde as coisas que eu sempre vi no Youtube estão à disposição nas prateleiras da farmácia e o “melhor”: muito mais barato do que eu encontrava aqui. Sei que não vou conseguir “resistir” as amarras desse amor, mas de verdade, espero conseguir me controlar e pensar 2, ou 3 vezes, se realmente é necessário comprar a nova cor de batom da Revlon, ou o novo lançamento da Maybelline.

O que eu quero mostrar, com esse ~textão~ todo, é que é necessário parar um pouquinho e reavaliar nosso hábitos de consumo. De maneira nenhuma é para deixarmos de nos maravilhar com vídeos legais de YouTubers, ou nunca mais comprar nada… Só proponho que role uma reflexão antes de passar o cartão na Sephora ou na farmácia mais próxima. Há muita coisa envolvida, que deve sim, ser levada em consideração antes comprarmos aquele lançamento da Benefit que tá todo mundo comentando…

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Estive sumida? Estive sumida. Estou me sentindo culpada? Mazomenos, porque foram várias coisas que rolaram nesse meio tempo e nem deu tempo de respirar direito, hehe. Deixa eu explicar, desde a última vez que vim aqui e fiz esse post fiquei super doente, o que me deixou incapacitada se sentar, tirar fotos ou gravar qualquer coisa… Mas se você me segue no snapchat , já sabia disso. E se não segue, para tudo e vai lá seguir: @gmichelato.

Quando consegui me recuperar da gripe, viajei com o namo pra casa dos meus avós para ficar um tempinho com eles e tomar umas vacinas e ir ao dentista.

Voltei só quarta e agora estou tentando colocar as coisas em ordem porque estou indo pro intercâmbio semana que vem <3 Então é bastante coisa pra se fazer nesse meio tempo, sabe?! Tenho médicos para ir, malas para arrumar, resolver alguns probleminhas, cortar o cabelo, fazer limpeza de pele e muitas outras coisinhas, passar um tempo com as pessoas que eu amo…

É muito engraçado porque eu nunca tive tamanha necessidade de usar minha agenda pra tentar programar tudo que tenho que fazer, pessoas que tenho que ver… Pra vocês terem ideia da correria.
Mas mesmo assim, quero muito gravar alguns vídeos aqui, antes de viajar. Vai ter fragmentos sim, então vocês podem ficar traquilos, mas quero ajudinha pra decidir os outros vídeos:

  • Quero gravar um vídeo com o namo… Alguém tem alguma sugestão de TAG ou qualquer outro video para gravarmos?
  • Perguntas sobre intercâmbio! Está nos meus planos fazer alguns vídeos assim, mas por enquanto só consigo responder sobre o processo pré-chegada. então preciso muito de perguntas pra responder em um vídeo!
  • Qualquer outra sugestão em que eu necessite responder aqui no meu quartinho, já que eu não terei ele por perto até ano que vem!

Não sei quando vou ter tempo e um lugar pra sentar e gravar vídeos, mas como vlogs são mais fáceis, tentarei dar uma chance pra eles. Não sei se é um formato que vocês gostam, mas acredito que vai ser o formato mais acessível até eu ter um tripé/cadeira/quarto, haha.

Não sei se comentei por aqui… Mas estou pensando em mudar minhas redes sociais para @avecgigi. Sr. Douglas disse que a ideia é mais ou menos… De qualquer forma, queria saber a opinião de vocês <3 Desculpa pelo post chato, haha, mas é que preciso de um ~feedback~ mesmo. Mil beijocas :* (prometo posts mais legais logo-logo!)

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Indo contra à opinião do Doug, o Rolê da Gigi não é só sobre comida e hoje vai ser sobre uma tarde muito gostosa que passamos no Parcão com o Frederico, o cachorrinho do Doug. Inclusive, no Fragmentos de Junho tem um pedacinho dessa “aventura”, então clica aqui pra ver!

O Parcão fica atrás do Museu Oscar Niemeyer e é basicamente um ~quintal~ para os cachorros brincarem. Sem brincadeira, nunca tinha visto tantos cachorros (felizes!) brincando juntos. Sempre quis levar o Fred lá, já que ele é o único cachorro “próximo” de mim, haha.

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uma pequena ~treta~ entre cachorros!

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milhares de cachorros

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olha!!! um gatinho!

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fred fofinho <3

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#tenso #pensativo #confuso

Logo que chegamos o Fred começou a ficar bem estressado, porque já que a casa do Doug é grandona, ele nunca tinha saído pra passear e nunca tinha visto tanto cachorro junto. Tentamos distrair o coitadinho, mas acabou que passou mal de nervoso ):

Com o tempo ele foi se acostumando um pouco, mas não ficou muito a vontade não… Então resolvemos passear um pouquinho na rua com ele e depois ir embora. Mas de qualquer forma, tirei fotos do passeio no parcão pra mostrar pra vocês!

Parcão (Museu Oscar Niemeyer)
Endereço: R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico