Cês sabem que eu adoro um cineminha e que inclusive, gasto a maior parte do meu final de semana (e do meu $$) vendo filmes. E eu sou o tipo de pessoa que classifica o filme em “odiei”, “ok, legal!” ou “amei tanto que virou o filme da minha vida”, Dougzinho diz que comigo ou é amor ou é ódio, que comigo não tem ~mazomenos~. Eu sei de todos os lançamentos do cinema de cada final de semana e sei se vou querer assisti-los muito antes dele chegar às telinhas. That’s me!

Quando vi pela primeira vez, o trailer de Mad Max: Fury Road, achei tudo bem frenético e acelerado e pré-classifiquei ele como “ok, legal!”, ou seja, queria ver, mas não precisava… Mas, logo nos primeiros dias de exibição, começaram a surgir umas noticias de alguns homens ofendidos com o filme e foi exatamente ali que senti a necessidade de ver, porque se tem homem ofendido com mulheres aparecendo demais, preciso ver!

Então, três dias depois do lançamento, estava eu, o Dougzinho, mais duas amigas e meu cunhado, sentadinhos para ver Furiosa Max no deserto, com um balde de pipoca.

Se você chegou até aqui na esperança de ver uma crítica de cinema super estruturada, pode parar e ir ler alguma coisa que uma pessoa qualificada escreveria. Eu vou falar sobre outra coisa, eu vou falar sobre como o Mad Max abriu uma “estrada” (hehe) para personagens femininas fortes!

 Mad Max: A Estrada da Furia!

mad max

Ainda que não seja do meu tempo, eu tenho sim uma ideia do que o Max representa para toda uma geração, mesmo não tendo assistido os outros Mad Max(es?): um cara que só quer sobreviver, triste pela morte da sua família mas que, ainda sim, tem bondade no <3, já que acaba ajudando várias pessoas em seu caminho. E por ser um filme de ação, querendo ou não, já temos uma imagem de um filme de ação-padrão, ainda mais com uma sinopse dessa:

Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentando fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Immortan Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.

Assim como todo o filme de ação, antes de escutar o mimimi dos homens, esperava ver o Max salvando a Furiosa e as outras garotas (indefesas). Nada de novo. Mesmo quando li as noticias, achei que Mad Max não sairia muito disso. Ah, contém ~spoliers~.

Você estava enganada, Giovanna!

Em menos de 20 minutos de filme, a gente já entende o seguinte: Furiosa não tem nada de indefesa e o Mad Max já passa no Teste de Bechdel, coisa que nunca tinha visto acontecer em um filme de ação. Ou seja, estava eu, sentadinha na ponta da poltrona do cinema, torcendo pra Furiosa, enquanto colocava milhares de pipocas na boca.

Logo que a perseguição do comboio cessa por alguns instantes e vemos todas as “parideiras” que a Imperatriz Furiosa levava: as esposas perfeitas – em um mundo cheio de doenças e deformações – de Immortan Joe! No que parecia uma miragem, de tão belas moças, temos uma das cenas mais significativas do filme: Rosie Huntington cortando o cinto de castidade que usava e dizendo “nunca mais”. Libertando-se para sempre do símbolo de propriedade, de objeto que carregava: agora era livre!

Essa liberdade, como sempre, vem com grandes “pesos” e responsabilidades. Inclusive, durante a libertação feminina, muitas mulheres “reclamaram” dos direitos que haviam ganho, já que esses vieram também com deveres. Há um preço inicial para se pagar, infelizmente. E isso é retratado em Mad Max, quando uma das esposas, cansada de lutar e fugir, sugere que todas voltem, já que lá havia água, alimento e tudo que precisavam. Em resposta, há a frase que atingiu meu coração como uma flecha: nós-não-somos-coisas!

Mad Max ou Imperatriz Furiosa?!

Com o decorrer de Mad Max, vemos a Furiosa e seu grupo de garotas tomando cada vez mais espaço, inclusive tomando o espaço de que seria do protagonista. Sendo assim, é esperado que os homens que ~defendem os direitos do homem~ se sintam enganados, uma vez que o símbolo da masculinidade não só desse filme, mas de toda uma geração, é completamente substituído, uma vez que o Max não é o protagonista de Mad Max.

A Imperatriz Furiosa é apresentada como o que seria a típica mulher-forte de um filme de ação, o que acaba sendo desconstruído ao longo da história. Com o decorrer dos minutos, vemos a protagonista evoluir de uma “”ex-serva”” de Immortan Joe buscando redenção, para uma líder que entende que a realidade que vivem e isso não pode prosperar. Vemos ela como mulher, batalhadora, mãe que sofre com as cicatrizes que uma vida de luta deixaram.

Inclusive, a cena em que a protagonista ajoelha-se no deserto, depois de ter a esperança tirada, revela ainda outra faceta de sua personalidade: uma mulher como todas as outras que por diversos motivos se vêm obrigadas à mudar o rumo de suas vidas. Nessa hora Max entra e as convence que a solução seria derrubar o governo de Immortan Joe, ao invés de fugirem da realidade que se encontravam. Vale lembrar que não somente suas esposas eram exploradas na cidadela, mas também toda a população (doente, em sua maioria).

O que é o feminismo se não buscar direitos iguais para todos na sociedade? Não apenas libertando as esposas de Immortan Joe, mas também toda a população faminta e doente da cidadela. Nesse momento, George Miller consegue fugir do “senso comum” do girl power e colocar o feminismo de verdade nas telonas: direitos iguais para todos, sem privilégios.

E quando achamos que o Mad Max já nos deu tapas na cara o suficiente, somos apresentadas à antiga família de Furiosa: senhoras de moto, ainda que de idade avançada lutam e auxiliam todas as moças (e o Max) na luta! Elas representam também a sabedoria e há uma cena muito bonita em que umas das motoqueiras dá suas sementes para uma das esposas, para que ela plantasse, coisa que ninguém havia mais feito há tempos.

Vai ter representação feminina no cinema, sim!

É um fato para a industria cinematográfica que um filme estrelado por mulheres é feito só para o público feminino e esse filme quebra completamente esse paradigma! Vemos em Mad Max, um filme que seria símbolo de virilidade masculina, que é possível sim fazer um filme de ação estrelado por mulheres e que abrange todos os públicos. E se alguém ficou ofendido… paciência!  O título  já diz que é a estrada da fúria e a Furiosa e suas minas são a personificação dessa fúria: contra a exploração, a falta de direitos e oportunidades, contra uma sociedade patriarcal que objetifica as mulheres e explora as outras camadas da sociedade.

Mad Max é mais que um filme com pitadas feministas: é um belo manifesto feminista e infiltrado em um cultura machista que são os filmes de ação. Além de mulheres bonitas, vemos uma diversidade de mulheres, tanto em aparência quanto em idade. É uma representação de sororidade que dá até um quentinho no coração! Sem falar em outras críticas que o George Miller colocou de maneira sutil, mas não tão sutil para que passe despercebido. Quem não #chocou com mulheres sendo ordenhadas para a obtenção de leite? Então por quê podemos fazer isso com as vaquinhas?


É por esses e muitas outros simbolismos que eu digo: Mad Max é um marco no cinema! Se alguém tinha receio de fazer um filme que empodera as mulheres, por qualquer razão besta George Miller provou que dá pra fazer sim e que vai ter publico sim! Os cinemas não são só ocupados por homens e as mulheres querem (e precisam!!!) sim ser representadas (em todas as suas facetas) nas telonas (e todos os lugares).

Se você não viu Mad Max, vá correndo pro cinema porque vale muito a pena! Filmes assim temos que guardar nos nossos corações <3

DSC_0469-m copy

Olá! Meu nome é Giovanna e sou viciada em séries! *oi Giovanna*. Inclusive, eu tenho a sensação que quando uma série acaba, eu fico “orfã” dela e preciso achar outra que ao menos tampe um pouquinho do buraco que ela deixou em meu coração #drama!

Sei que não estou sozinha nesse mundo de Netflix e Popcorn Time, então vim dividir minhas 5 novas séries preferidas!

Continue lendo →

doctor-tag

Muito de vocês não sabem, mas eu tenho uma ~vida dupla~: além de cuidar do Avec Gigi, eu administro o Universo Who, um site dedicado unicamente à melhor série do mundo: Doctor Who! E, nesse ano, completamos 6 anos de existência, sempre fazendo o melhor trabalho que podemos fazer e trazendo as novidades da série até vocês.

Nesses 6 anos, vivi coisas maravilhosas pelo site e trabalhei com pessoas maravilhosas! Mal consigo agradecer à todo mundo por todo o esforço vivido em conjunto! E né: o que Doctor Who uniu ninguém separa <3

Para comemorar essa data especial eu gravei a Doctor Who Tag, que uma TAG com as minhas coisas “preferidas” da série e no finalzinho do video: tem uma surpresa!!!!

divider

Para participar dos sorteios é só clicar em um desses links (são dois sorteios diferentes!):
– http://universowho.org/sorteio-kit-de-aniversario-do-universo-who-1/
-http://universowho.org/sorteio-kit-de-aniversario-do-universo-who-2/

divider

Espero que o Universo Who tenha muita história pela frente, porque a equipe é muito esforçada e cheia de projetos legais. Também desejo que os #invejosos de plantão parem de nos irritar e que o site só cresça, assim como a série <3

E também espero que vocês tenham gostado do video, porque eu me diverti muito fazendo ele. Mil beijocas pra vocês :*

divider

Me acompanhe também em: 
Fanpage  Instagram Youtube  Twitter  Bloglovin’

SENHORAS E SENHORES, eu tenho a honra de apresentar: o Prêmio Forninho de Ouro 2014.

2014 foi um ano maravilhoso, mas tivemos que segurar muitos forninhos nessa vida. Então eu, Giovanna-seguradora-de-forninhos, resolvi escolher os meus preferidos nesse ano! Como convidado especial, convidei meu amado namorado para escolher os ganhadores do prêmio e assim, apresentá-los pra vocês.

Então, que venham os premiados:

Continue lendo →

IMG_8842

Há duas semanas, a Stephanie Noelle, do Chez Noelle, veio passar o final de semana aqui em Curitiba e se hospedou aqui e casa. Como sou daquelas que se aproveita dos hospedes, chamei ela para gravar alguns vídeos, que logo logo vão estar todos no ar.

Como nós três somos apaixonadas por filmes, resolvemos fazer uma Tag de cinema, para dividir com vocês alguns dos nossos filmes preferidos. Para não se perderem, fiz uma listinha com todos os filmes citados para ninguém se perder. É só clicar ali embaixo (:

linha

Lista de Perguntas

[spoiler show=”Mostrar filmes citados”]

1ª Pergunta: Qual é seu filme preferido no mundo?
Stephanie: Bonequinha de Luxo
Melina: O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain
Giovanna: Papai PernilongoGigi

2ª Pergunta: Qual é a sua cena preferida em algum filme?
Ste: Bonequinha de Luxo
Mel: O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain
Gigi: Moonrise Kingdom

3ª Pergunta: Qual são seus três atores e atrizes preferidos?
Ste: Meryl Streep; Emma Watson; Emma StoneJennifer Lawrence. Christoph Waltz, Joseph Gordon-Levitt, Cary Grandt.
Mel: Audrey Hepburn, Audrey TautouEmma Stone. Mark Ruffalo, John Malkovich, Jack Lemmon.
GigiAudrey HepburnMeryl Streep, Julie Andrews. Thiago Lacerda, Johnny Depp, Rupert Grint

4ª Pergunta: Qual é seu diretor preferido?
Ste: Alfred Hitchcock
Mel: Woody Allen
Gigi: Wes Anderson e Quentin Tarantino

5ª Pergunta: Qual é seu filme “vergonhoso” preferido?
Ste: As Apimentadas
Mel: Garota Veneno
Gigi: Didi e o Fantasma Trapalhão

6ª Pergunta: Qual é o filme que te faz chorar preferido?
Ste: A Lista de Shindler e A Vida É Bela
Mel:
Gigi: Kal Ho Naa Ho

7ª Pergunta: Qual é o filme que todo mundo odeia, mas você ama?
Ste: Melancolia e A Pele que Habito
Mel: Uma Prova de Amor
Gigi: O Noviço Rebelde

8ª Pergunta: Qual é o filme que você odeia, mas todo mundo ama?
Ste: Um Amor Para Recordar
Mel: Crepúsculo
Gigi: A Culpa é das Estrelas

9ª Pergunta: Qual é sua animação favorita?
Ste: As Viagens de Chihiro
Mel: A Pequena Sereia
GigiAnastasia

10ª Pergunta: Se você pudesse ver um filme pra sempre?
Ste: Easy-A
Mel: Mary Poppins
GigiOperação Cupido.

11ª Pergunta: Qual é o primeiro filme que viu no cinema?
Ste: O Noviço Rebelde
Mel: A Bela e a Fera
GigiGeorge, o Rei da Floresta

12ª Pergunta: Que filme você veria antes de morrer?
Ste: As Viagens de Chihiro
Mel: A Bela e a Fera
GigiKal Ho Naa Ho

[/spoiler]

  linha
E tem mais, gente! No canal da Mel e no canal da Té tem mais videos de nós três. Todo muito divertidos e com pessoas lindas (eu, a Mel e a Té, rerererere). Vou colocar eles aqui embaixo <3

 Espero que vocês tenham gostado do video, então não esqueçam de dar um joínha e também deixar um comentário (aqui ou no vídeo) para saber se eu continuo fazendo videos ou me aposento, hahaha. Beijos :*

linha

Me acompanhe também em: 
Fanpage  Instagram Youtube  Twitter  Bloglovin’  Newsletter!

Atenção: esse é um post super mega pessoal, então se você não gosta muito de saber sobre mim, evite (:

Unknown-1

 

Sexta passada foi Valentine’s Day. Um dos dias “festivos” que mais gosto, porque não é um “dia dos namorados”, mas sim um dia para agradar todas as pessoas que eu amo, incluindo meu namorado, mas não só dele. Como todo o ano, mas pela primeira vez fisicamente com ele, resolvi comemorar o dia de São Valentim…

Fui no New York Café com o namo, para encontrar a Dan e o Gus, meus amigos queridos, e minha mãe passou por lá para comer batata conosco _ o que me leva à um ponto importante: dividir batata frita com amigos é um dos momentos mais bonitos que se pode ter_. Depois de momentos gostosinhos do lado dos nossos amigos (e da minha mãe que também é viciada na batata do New York Cafe), fomos ao cinema.

Quando estava em Chicago, Her _ ou “Ela”_ estava em cartaz, mas já era certo que não iria ver por lá. Estava reservado para ver com o Douglinhas… Na verdade, o filme estava reservado para uma sexta-feira qualquer desde que ele me mandou o trailer em uma tarde qualquer.

Todo esse post até aqui serviu só para contar como foi meu dia até entrar na sala do cinema e como foi um Dia de São Valentim agradável… Sentamos exatamente no meio do cinema, levantamos o braço da poltrona e ficamos juntinhos para assistir o filme que estava programado há tanto tempo para essa sexta-feira (fria!).

Não sei muito bem como definir a fotografia de Ela, que foi o que despertou o primeiro comentário feito por mim e pelo Doug, bem baixinho, no cinema. Como eu não tenho conhecimento técnico de cinema algum, vou dizer que a fotografia era exatamente “como se a realidade fosse mais bonita, mas ainda sim melancólica”. Não são os tons amarelos estourados de Amelie Poulain, mas sim tons de quem ama algo ou alguém.

Eu gosto do Joaquin Phoenix desde que me lembro, porque ao ver um filme dele não consigo enxergá-lo como o mesmo ator que fez outro filme dele (faz sentido isso?). É só que ele não parece, em Her, o Johnny Cash de Jonny & June, e etc…

O filme conta, basicamente, a história do personagem de Joaquin, Theodore, que se apaixona pela Samantha, que é um Sistema Operacional super-mega-integente. E bem, não tem como não se apaixonar, já que esse “programa” é criado todo baseado em você.

Fugindo, felizmente, do que eu esperava, o filme não bate nem um pouco na tecla de quão absurdo é se apaixonar por um sistema operacional, já bem…, a Samantha não é uma pessoa. O filme fala sobre o que é um relacionamento, inclusive o que significa estar em um, e como temos a necessidade de escutar, ser escutado. De como somos seres que, mesmo não admitindo, temos medo da solidão…

Colocando a ideia de que Samantha é uma tecnologia de lado e trazendo isso para a nossa realidade, Her/Ela é um filme que além refletir sobre nossas relações amorosas e sobre nossas necessidades “sentimentais”, nos encanta por “restaurar” a ideia de que o amor é sim possível (talvez não com a Siri, mas com uma pessoa comum). E o mais bonito, me fez enxergar, mais uma vez, a minha visão sobre o amor, ou sobre se apaixonar: devemos nos apaixonar por pessoas, por quem são, e não pela aparência, ou principalmente, pelo sexo delas. 

Tenho que ser franca que não li nenhuma resenha de Her por nenhum site especializado. Dessa vez não ligo em saber o que as outras pessoas pensam… Só sei que eu levantei da minha cadeira do cinema e fiquei feliz por ter uma pessoa de carne e osso (e caichinhos) do meu lado. E fiquei feliz por saber que o amor pode ser, sim, reciproco e bonito (:

Se você chegou aqui, queria agradecer por se ter lido até aqui e contar que estou fazendo um sorteio aqui no blog! Para saber mais é só clicar aqui. Também queria perguntar o que você acha de posts como esse, então gostaria muito-muito, que vocês deixassem um comentário contando (:

975134_10151528066904247_945786030_n

Na segunda-feira retrasada, fui ver The Great Gatsby, em uma sessão exclusiva para leitores do Seduzi na Padaria (<3). Não sei se vocês lembram, mas tinha colocado ele na minha lista de filmes que queria ver nesse mês. E com a maior sorte do mundo, consegui ver em pré-estréia, uma semana antes que todo mundo!

O filme é a terceira adaptação do livro de F. Scott Fitzgerald, que conta a historia de Nick (Tobey Maguire), um investidor que se muda para a casa ao lado da mansão do misterioso Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio), de quem se tornará um grande amigo. Gatsby é apaixonado há muito tempo por Daisy (Carey Mulligan), prima de Nick, que é casada com Tom Buchanan (Joel Edgerton). Por causa desse amor antigo, Gatsby dará de tudo para ficar junto de sua amada.

O filme que se passa nos anos 20, é embalado por uma trilha sonora magnífica, com músicas de Beyoncé, Lana del Rey, Florence Welch, Jack White,.., que enriquece ainda mais o clima de luxo de The Great Gatsby. Jóias, vestidos glamurosos e festas escandalosas são retratadas o tempo  todo.

A extravagância acaba por descaracterizar um pouco e deixa o filme um pouco excessivo, uma vez que é somado a extravagância das festas de Gatsby com o estilo do também diretor de Moulin Rouge, Baz Luhrman. Os personagens em alguns momentos se perdem dando a vez para o visual deslumbrante das cenas. Por isso, alguns detalhes muito importantes da obra de Fitzgerald acabam sendo deixado para trás, como a profundidade dos personagens.

Enquanto a atuação de Carey Mulligan retrata uma Daisy vazia e caricata, não retratando muito bem a personagem, Leonardo DiCaprio é um Gatsby misterioso, engraçado, conseguindo demonstrar, quando preciso, quão profundo seu personagem é.Elizabeth Debick, que faz o papel de amiga de Daisy, a jogadora de golf, Jordan Barker, rouba a cena toda vez que aparece, balanceando a falta de graça de sua amiga. Tobey Macguire, que ainda é o Homem Aranha (na minha cabeça), retratou muito bem o melancólico e dependente Nick, do começo ao fim. Edgerton também faz um bom trabalho, tanto como marido infiel, com sua amante Isla Fisher, quanto como marido amoroso.

(Ah, o filme também conta com a presença de Amitabh Bachchan, um dos melhores atores de Bollywood. Eu, como uma das maiores amantes de Bollywood, tive chiliquinho interno quando o vi.)

Como sempre, o 3D é desnecessário. Foi utilizado, apenas, para dar profundidade nas cenas, coisa que não era nem um pouco precisa, se tornando mais um incomodo que um atrativo, mesmo quando combinada com a fotografia maravilhosa. Os detalhes dos figurinos, e principalmente a riqueza das jóias, foram captados muito bem, assim como em Moulin Rouge.

O filme é bom. Ainda que pecando pelo excesso na primeira hora, tenta se recuperar no final com os empecilhos amorosos do triângulo Gatsby-Daisy-Tom. É um deleite para os olhos, com tantos detalhes, e depois se torna uma pequena dor do coração. Vale a pena, e foi um dos melhores filmes vistos até agora!

The Great Gatsby
Minha nota: ❤
País: Austrália/ EUA , 2013 – 142 min.
Duração: 142 min.
Genero: Drama/Romance
Direção: Baz Luhrmann
Roteiro: Baz Luhrmann, Craig Pearce

Alguém já viu o filme? O que acharam? Espero que tenham gostado da resenha.

Bisous,
Gigi 

Mês passado fiz um post sobre os filmes que queria assistir durante maio. Resovi fazer disso um hábito e colocar aqui no Avec Gigi, todo o mês, o filme que quero ver!

Esse mês, por exemplo, não tem muuuuitos filmes que quero ver, mas a maioria são produções que estou esperando faz algum tempo, como O Grande Gatsby, Guerra Mundial Z e Universidade Monstros!

❤ The Great Gatsby

Sinopse: “O Grande Gatsby” acompanha o aspirante a escritor Nick Carraway enquanto ele deixa o centro-oeste americano e chega a Nova York na primavera de 1922, uma era de afrouxamento moral, jazz resplandecente e rios de contrabando. Perseguindo seu próprio sonho americano, Nick vira vizinho de um misterioso e festeiro milionário, Jay Gatsby (DiCaprio), quando vai viver do outro lado da baía com a prima Daisy e seu marido mulherengo de sangue azul, Tom Buchanan. É assim que Nick é atraído para o mundo cativante dos milionários, suas ilusões, amores e fraudes. Ao testemunhar fatos de dentro e fora do mundo que ele habita, Nick escreve um conto de amor impossível, sonhos incorruptíveis e tragédias que espelham nossos próprios conflitos em tempos modernos.

O motivo: são tantos <3 Para começo de conversa, eu amo muito o F-Scott Fitzgerald, que na minha opinião é um dos autores mais ricos da ameria! O diretor Baz Luhrmann sempre faz filmes fantásticos, misturando o passado com o presente de uma forma maravilhosa, Romeu + Julieta e Moulin Rouge são exemplos. Os atores são fantásticos, tem o Leo-lindo-DiCaprio, a lindinha da Carey Mulligan, o fofo Tobey Maguire… E a trilha sonora, meus caros, é mais que fantástica!

 

❤ Guerra Mundial Z

Sinopse: ‘Guerra Mundial Z’ acompanha Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

O motivo: meu namorado tinha me mostrado esse filme no final do ano passado. Eu adoro histórias de zumbis, mas não de um jeito louco que algumas pessoas gostam, e esse filme parece ser muito legal e diferente. E é claro: Brad Pitt <3

 

❤ Hannah Arendt

Sinopse: Hannah Arendt (Barbara Sukowa) e seu marido Heinrich (Axel Milberg) são judeus alemãos que chegaram aos Estados Unidos como refugiados de um campo de concentração nazista na França. Para ela a América dos anos 50 é um sonho, e se torna ainda mais interessante quando surge a oportunidade dela cobrir o julgamento do nazista Adolf Eichmann para a The New Yorker. Ela viaja até Israel, e na volta escreve todas as suas impressões e o que aconteceu, e a revista separa tudo em 5 artigos. Só que aí começa o verdadeiro drama de Hannah: Ela mostra nos artigos que nem todos que praticaram os crimes de guerra eram monstros, e relata também o envolvimento de alguns judeus que ajudaram na matança dos seus iguais. A sociedade se volta contra ela e a New Yorker, e as críticas são tão fortes que até mesmo seus amigos mais próximos se assustam. Hannah em nenhum momento pensa em voltar atrás, mantendo sempre a mesma posição, mesmo com todo mundo contra ela.

O motivo: A Hannah Arendt é uma das mulheres que mais admiro no Direito. Ela teve um influência muito grande e eu acho a história dela muito interessante.

 

❤ Universidade Monstros

Sinopse: Em Monstros S.A. descobrimos que Mike Wazowski (Billy Crystal) e James P. Sullivan (John Goodman) são uma dupla inseparável. Mas nem sempre foi assim. Quando se conheceram na universidade, estes dois monstros se detestavam. O longa revela o segredo de como Mike e Sulley superaram suas diferenças e se tornaram grandes amigos. Com Jennifer Tilly, Steve Buscemi e Kelsey Grammer entre os dubladores.

O motivo: Ahhh, é a continuação de Monstros S.A.! Quero muito ver, haha! E a trilha sonora é muito boa!

❤ Segredos de sangue

Sinopse: Em pleno luto por causa da morte de seu pai, India (Mia Wasikowska) deve lidar com o novo comportamento agressivo de sua mãe (Nicole Kidman) e com a chegada inesperada de um tio que ela nem sabia que existia, Charlie (Matthew Goode). Este homem sombrio esconde as reais motivações de sua visita, enquanto seduz as duas mulheres da família.

O motivo: Sou apaixonadinha pelo Wentworth Miller, um dos homens mais bonitos do mundo, na minha opinião. Acho ele um ator bom e queria muito saber como ele é como roteirista! E o filme é um suspense que parece ser bom.

 

Tem algum filme desses que vocês querem ver muito? Ou quem sabe outro que não está na lista?! Espero que tenham gostado da minha listinha (:

Bisous
Gigi.

P.S: o resultado do sorteio sai hoje de noite! Pode participar até as 18h (:

Paris-Manhattan

cinema /

Ontem fui assaltada, fiquei com meu astral todo para baixo e para me alegrar meu namorado (lindo) me levou ao cinema. A idéia de ver esse filme foi minha, era sessão cult e só ia passar na terça (ontem) e na quinta. Fui sem muito o que saber do filme além de que era francês e que a protagonista amava o Woody Allen.

Com a minha tristeza, um cookie do Subway na mão (sou apaixonada por aquele de macadâmia) e com o Doug na outra, entrei no cinema. O filme começou errado, valeu cinemark, mas me apaixonei por ele.

Paris-Manhattan conta a história de Aline, uma farmacêutica solteira e linda (ahh, as francesas), apaixonada pelo Woody Allen, a ponto de falar (e receber respostas) de seu poster do diretor. Por causa dessa paixão, ao entregar o medicamento, empresta dvds que irão ajudar a pessoa “doente”. Como está solteira há muito tempo, sua família tenta arranjar “encontros” para ela, torcendo que um dê certo para que ela case… Porém, Victor, aparece em sua vida e as coisas acabam tomando um rumo diferente.

62613_10151466151589247_1288067017_n

Eu amo o cinema francês e tenho um carinho especial pelo Woody… Mas durante o filme todo, não consegui parar de sorrir e até esqueci do dia horrível que tive. (Claro que a companhia ajudou muito). No final, esse virou um dos meus filmes preferidos e quero muito comprar ele para ter na minha coleção de “filmes para ver quando sua vida está meio cinza”. É uma comédia bem gostosa de se ver e é bem curtinha.

Ah, outro ponto interessante (e que vale a pena lembrar), é que em momento nenhum eles mostram Paris do jeito que estamos acostumados a ver, ainda mais com um titulo assim. É uma Paris muito mais real, de quem vive lá, de lugares corriqueiros. E Manhattan não é mostrada no filme ):

Ficha Técnica de Paris-Manhattan
Diretor: Sophie Lellouche
País: França
Duração: 1h15
Gênero: Comédia-romântica
Minha nota: ❤

Alguém já viu esse filme? O que achou?

Bisous,
Gigi.

P.S: já responderam a pesquisa do Avec Gigi? Se a resposta foi não, se eu fosse vocês corria responder porque no final tem uma surpresa (: É bem rapidinho, é só clicar aqui.