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Lembra que contei que vai ter video no meu canal toda a semana? Pois bem, estou cumprindo com o prometido e toda a quinta-feira tá tendo video novo lá no YouTube.

O vídeo da semana passada foi um vlog/Fragmentos/Rolê da Gigi de quando o Doug foi me visitar lá em Chicago e fomos no Field Museum e no Adler Planetarium. Eu já tinha até feito um post sobre o Field Museum da primeira vez que fui pra Chicago e como eu amo de paixão esse museu, não pude deixar de levar o Douglas pra tomar um chá da tarde com a Tinossaura mais linda do mundo: a Sue.

Então, nesse maravilhoso video, eu e o Doug enfrentaremos altas aventuras visitando a Sue, mamutes e outros maravilhosos animais que já faleceram (RIP) e, não obstante, iremos viajar para o espaço, visitar estrelas e dançar Hotline Bling , porquê sim! (Na verdade mais ou menos, porque o Douglas encontrou diversas dificuldades para filmar/fotografar vários momentos).

Para acompanhar essa e outras milhares de aventuras, não esqueçam de se inscreverem no canal clicando na girafinha no canto direito do vídeo, ou aqui! E é claro, dar aquele joinha das gatas <3

hello, I’m back

viagem /

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Faz muito tempo que eu não passo por aqui… Eu acabei abandonando o vlogmas na metade, não dei as caras pra escrever um textão de ano novo e acabei não contando mais o que foi acontecendo durante os meus dias. Não sei até que ponto alguém veio aqui e sentiu a minha falta, porque eu tô em uma vibe meio esquisita com a blogosfera no momento…

Enfim… Há alguns dias eu cheguei no Brasil, trazendo duas malinhas de 32kg (no limite!), muitos amigos e um coraçãozinho apertado de pré-saudades que só vai aumentar. Eu sempre me considerei uma pessoa desapegada, que fazia amigos mas que ao mesmo tempo sabia resistir à distâncias, tanto que algumas amigas minhas moram em outros estados e por isso os vejo raramente. Mas sinto que dessa vez é diferente, deixei um pedacinho de mim no meu dormitório e todos os dias, quando coloco a cabeça no travesseiro, fico pensando no que o meu grupo de amigos está fazendo e pensando no silêncio da ausência de cada um.

Few days a go I got back to Brazil bringing with me two bags with 70 pounds, a lot of friends and a heart feeling “saudades”. I had always consider myself a person who’s not attached, a person who used to make friends but in the same time, a person who knew how to survive the distance. But this time is different, I feel that I left a piece of me in my dorm and everyday, while I’m trying to fall asleep, I keep thinking what my friends are doing and trying to get used to the silence of their absence. 

Nossos quartos sempre ficavam abertos, a música estava sempre alta e quanto menos tempo me restava, mais festas fazíamos no meu quarto. Eu, uma mocinha de 21 anos, fui acolhida por uma “familia” de outras moças e moços de 18 e 19 anos e que viraram meus irmãos mais novos (que me apelidaram de “mãe”). Eles me respeitavam do jeito que eu era, entendiam as minhas escolhas e sempre me abraçavam pra me dar força. Quando passava o final de semana fora do dormitório, vinham correndo assim que colocava os pés no meu quarto para me dar abracinhos e para ficarmos juntos de novo, a família toda.

Our bedrooms were always open, the music was always loud and there were always parties in my room. Myself, a 21 years old young lady, was welcomed by a family of young boys and young lady between 18 and 19, that became my younger siblings (but they keep calling me mom!). They respected me just the way I was, they understood my choices and always give me strength to keep going on. Enerytime that I came back from a weekend away, my friend come to see me right after I arrived to hit me and to hang out all family together,

Eu aprendi a usar “excuse me” ao invés de sorry, pegar os copos de bebida das minhas amigas antes que fosse too much, e quando fosse too much, segurar o cabelo da miguinha e colocá-la debaixo do chuveiro. Eu aprendi que não é idiota pedir licença para passar o tempo todo, dar bom dia pra quem eu não conhecia e sorrir pra pessoas aleatórias. Eu me acostumei em dar gorjeta, sentar no restaurante e receber copos de água (de graça!!), comer bacon no café da manhã, panquecas e até hash browns (que são basicamente batatas raladas e fritas!). Tinha preferidos no Starbucks (onde até acertarem meu nome), andava quilômetros sem reclamar (até no frio) e conhecia meu pedacinho de Chicago como morasse ali desde sempre.

I learnt to use “excuse me” instead of sorry, grab my friend’s drinks before it was too much (and too late), and when was too much (and too late), I held their hair and put them in the shower (or at least I tried!). I also learnt that being polite is not stupid thing, and how to say “good morning” and smile to people that I didn’t know. I got used to tipping, having free water in restaurantes, eating bacon for breakfast, pancakes and even hash browns. I had Starbucks’ favourites, I walked miles without complain (even in the winter!!) and I knew (and know) my neighborhood like I’ve lived there forever. 

Dizer tchau não foi difícil porque eu estava dizendo adeus para amigos e para uma experiência maravilhosa. Dizer tchau foi difícil porque estava me despedindo da minha familia, de um lugar que aprendi a chamar de casa (e é muito difícil dizer adeus para a sua casa). Mas, olhando pelo lado bom, agora eu tenho uma segunda familia, longe da minha cidade natal. Tenho uma família que não vejo a hora de voltar para (:

Saying goodbye was not hard because I was saying goodbyes to friend and to an amazing experience. Saying goodbye was hard because I was saying my goodbyes to my family, to a place that I learnt to call home and it’s pretty hard to say goodbye to home. But, in the bright side, now I have a second family, far away from my hometown. I have a family that I can’t wait to get back to (:

MAOEEE, cheguei! Há algum tempinho fiz um post para ~coletar~ possíveis dúvidas sobre o que estou fazendo aqui nos states, como vim parar aqui e como tá sendo minha vidinha em terras americanas. Como já faço textão mesmo não precisando, resolvi gravar um video explicando o que eu tô fazendo por aqui e ainda responder as perguntinhas que me mandaram!

Pergunta que eu te respondo:

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Um dos meus lugares favoritos em Chicago é o Art Institute sem sombra de dúvidas. Eu realmente poderia passar tardes inteira por e ainda não ia me cansar. A energia do lugar é incrível, sem falar da quantidade (e variedade) de obras de arte no acervo do Instituto.

A entrada não é muito barata, ainda mais se você levar em conta que é meio impossível ver o museu tudo em um dia (e a cotação do dólar!). Quando eu falo em “ver” é parar na frente das obras que você gostar e “apreciar”, porque caso você só queira dar uma “olhadinha”, é capaz que dê um dia só.

Na última vez que vim pra Chicago, quando estava tudo branquinho da neve, fomos no museu e me apaixonei por tudo e, por isso, não podia deixar de ir de novo. Então eu e minha tia, resolvemos almoçar por lá e depois passear um pouquinho.

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Dentro do Art Institute existe um restaurante chamado Terzo Piano (que significa 3º andar em italiano e é lá mesmo onde ele fica). A decoração do lugar é incrível e os pratos parecem obra de arte também!

Outro ponto muito legal do restaurante é que ele tem uma vista muito bonita para a cidade e dá para sentar na varanda e ficar admirando como Chicago é linda (ainda mais no verão!).

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Não sei se já contei para vocês, mas durante muito tempo da minha vida achei que ia acabar estudando arte e trabalhar em museus, porque sempre amei muito história da arte. Por isso me encanta tanto ir em museus, eu consigo ver o que passei boa parte da minha vida lendo sobre

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Uma das exposições que queria muito ver era a Degas: at the Track, on the Stage, onde alguma das obras mais famosas do Degas estão expostas. Ainda que eu goste muito mais do pós-impressionismo, fiquei muito emocionada quando vi as bailarinas nos quadros e nas esculturas.

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Outra coisa que me faz amar muito o museu, é o fato dele ter algumas obras do Van Gogh, que é de longe o meu artista preferido e de isso é desde pequenininha! Então toda vez que vejo algum dos quadros dele, me sinto muito conectada com toda a história dele e tudo que ele representa pra mim e para o mundo.

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Como o museu é gigantesco, não conseguimos ver tudo (o que não tem importância pra mim, porque é mais uma desculpa para dar mais uma passadinha por lá mais uma vez! E como eu vou dar mais uma passadinha lá, volto aqui pra contar mais sobre o meu museu de arte preferido de Chicago <3

Hello! Estou há séculos sem aparecer, né?! Mas basicamente é porque estou me divertindo muito e acabo ficando longe do computador (inclusive do netflix, vocês acreditam?). Eu estou adorando morar na faculdade, achei que ia ser estranho no começo, mas é uma experiência incrível. Claro que em algumas vezes isso irrita, porque tem barulho o tempo todo, tem gente o tempo todo no quarto, e nem sempre você se sente em casa… É meio como se você estivesse em um colónia de férias, não sei, haha.

As aulas estão indo bem, aqui eu estudo ciências políticas, já que direito é pós-graduação aqui nos Estado Unidos, então eu estou aprendendo várias coisas novas e muitas coisas sobre a política daqui, coisa que eu não fazia ideia. Não sei dizer se o meu inglês melhorou já, mas não estou sentindo vergonha de falar, coisa que eu super sentia no começo, tentava falar o menos possível.

Já fiz vários amiguinhos por aqui, que me deixou super feliz. Além dos intercambistas, conheci muitas pessoas legais daqui (e vira e mexe coloco videos no meu snap: gmichelato). No começo foi muito difícil, não entendia muito bem a dinâmica social, porque as coisas aqui são super segregadas e eu me sentia bem mal no começo. Mas a fase difícil já passou e agora tá tudo bem e estou bem feliz.

Eu sei que devia ser mais responsável e postar mais, mas eu basicamente estou vivendo e aproveitando todos os momentos que tenho aqui e, consequentemente, acabo “abandonando” o blog. Vou tentar me organizar e postar tudo que tenho preparado, mas sem expectativas, viu?! Tentarei fazer assim que possível um textão respondendo dúvidas (e um video também!).

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Olá (: Estou sumida, eu sei. O BEDA tá acabando e eu nem consegui dar conta, eu sei disso também. Queria só dar um update de como e aonde eu estou no momento….

Bem…, me mudei pro meu dormitório terça-feira passada e desde então estou tendo dias super cheios. Fiquei semana passada toda tendo Orientation Days, ou seja, de terça até sábado tivemos palestras e outras reuniões para aprender como a Universidade funciona, onde nossas salas ficam, quais são as regras e etc…


Hoje completa exatamente uma semana que estou aqui e já aprendi algumas coisinhas e gostaria de dividir com vocês:

  • A maioria dos americanos acreditam que nós falamos espanhol! No começo eu me irritava, principalmente quando falavam em espanhol comigo sem nem perguntarem se eu realmente falava Espanhol. Agora não tô mais ligando, até porque eu dou uma risada interna e penso na segunda coisa que descobri:
  • Os americanos são muito egocêntricos. Estou adorando estar aqui, mas as pessoas que conversei por aqui não tem uma noção muito grande de mundo. Tem gente que não faz ideia onde o Brasil fica e já tive que responder umas 20 vezes que não moro no Rio de Janeiro… Não sei se a culpa é da escola, ou as pessoas não têm interesse, mas eles sabem muito pouco das outras culturas que existem por aí.
  • Dividir o quarto não é tão difícil quanto parece. Eu tive muita sorte de que minha roommate é uma querida e não fez nada que me irritasse. Viramos amigas e estamos fazendo varias coisas juntas. Mas cada um tem seu lado do quarto e respeitamos isso, ela não pega nada meu e eu não pego nada dela. Não foi uma “regra” que colocamos, é só um pouco de desconfiômetro, sabe?!
  • Dividir o banheiro é muito chato. Não existem filas no banheiro da minha ala, ou muita gente usando. Mas é muito irritante ter que levar todas as minhas coisas todas as vezes pro banheiro. Sem falar sobre ter que tomar banho de chinelo! Acho super desconfortável ter que ficar com o chinelo para não pegar algum tipinho de doenças ): sei que é melhor pra mim, mas preferia não precisar ter que fazer isso.
  • As coisas aqui parecem bastante com um high school que vemos nos filmes americanos. Na hora das refeições isso fica extremamente claro… Os jogadores de futebol sentam na mesa dos jogadores de futebol, os de basquete junto com os outros jogadores de basquete, os intercambistas em uma mesa só de intercambistas, e etc… Pode ser que é porque começo de semestre, mas por enquanto tudo está extremamente dividido e limitado.
  • Limpar meu próprio quarto não é tão difícil, já que eu tento manter o mais organizado possível. Eu limpava meu quarto, uma vez ou outra, no Brasil, mas a limpeza não era algo que eu tinha que fazer toda a semana. Aqui é algo que se eu não fazer, ninguém vai. E olha, não tá sendo extremamente complicado fazer isso não! Eu limpo o quarto duas vezes por semana e tento deixar o mais limpo possível durante os dias. Como tenho asma e outras alergias, um ambiente sujo pode prejudicar a minha saúde, além de ser horrível viver assim, haha.
  • A alimentação americana é péssima. Estou sofrendo bastante no quesito comida por aqui. Eu já sou uma pessoa enjoada naturalmente (não como frutas, legumes, evito ao máximo comer coisas embutidas, e não bebo refrigerante), mas aqui tá f*da! As comidas não são nem um pouco saudáveis e nem tem um gosto muito bom, falta aquele gosto de ~feito com amor~, sabe?! Eu já não aguento mais ver pizza na minha frente e muito menos esses hambúrgueres que servem aqui no refeitório! Tudo parece “de mentira” e meio processada… Nem o ovo mexido parece ovo de verdade.
  • Ninguém se arruma no dia-a-dia. Não que eu seja uma pessoa ~montada~, mas no Brasil eu ia pra universidade arrumadinha com roupa “normal”. Aqui, as pessoas se arrumam muito menos. Há basicamente um “uniforme” que é roupa “esportista”, tipo aquelas de ir para academia. Não sei se isso acontece aqui porque a maioria das pessoas fazem algum esporte, mas me sinto bem ~deslocada~ por usar vestidos e outras roupas mais arrumadinhas.
  • Nem todos os dias são fáceis. Tive uma conversa bem interessante no twitter com o querido do Ivan Mizanzuk sobre esse sentimento que de vez em quando bate… Vira-e-mexe eu fico pensando em coisas do tipo: “o que estou fazendo aqui?”, “estou fazendo a coisa certa?”, “será que eu não deveria estar fazendo outra coisa?”, “quero voltar pra casa!!!”, ai eu fico sem ar, começo a chorar e fico ansiosa e com medo de ter uma crise de pânico (medo-do-medo, quem nunca?). Mas passa. As dúvidas voltam, mas acho que é normal, né?!
  • A gente acaba se acostumando com a saudade. Nunca entendi tanto essa música aqui, ela basicamente define como eu vivo todos os dias. A saudade virou uma companheira diária e, infelizmente, não consigo muito tempo de “paz” dela. Mas sabe, eu estou meio acostumada. Claro que me faz ficar com vontade de chorar (e de vez em quando as lágrimas realmente caem), mas ela também me trás esse sentimento de querer estar compartilhando um momento, uma vista, um cheiro, uma comida, …, com alguém que eu amo (inclusive com vocês!).

Bem, foi isso que aprendi durante esse tempinho aqui (: Como agora já estou “instalada” propriamente, podem ter certeza que vou sossegar e postar direito! Inclusive, amanhã já tem post agendado contando uma novidade muito legal <3 beijoquinhas :*

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Quinta passada aconteceu aqui em Chicago a “Rubber Ducky Derby“, ou como eu gosto de chamar a “Corrida dos Patinhos“, que é um evento anual para arrecadar fundos para a Special Olympics Illinois. Essa é uma organização que treina crianças e adultos com algum tipo de problema mental, para competir em esportes olímpicos! São 22 mil atletas-adultos e 20 mil jovens-atletas que são ajudados pela organização e, por causa dela, conseguem participar de diversos campeonatos esportivos.

Ok, mas o que os patinhos tem a ver com isso? Para arrecadar esses fundos, promovem uma corrida de patos de borracha no rio de Chicago, onde mais de 50 mil patinhos competirão também! Se quiser participar, é só comprar um patinho e esperar ele ser lançado no rio e torcer para ele ser mais rápido que os outros!

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Eu fui logo de manhã, junto com a minha tia e com o Lucca, para comprar o meu patinho competidor (e outro para levar pra casa). A competição em si só começava 1 da tarde, então voltamos pra casa e depois peguei uma bicicleta e fui até o rio para ver os patinhos nadando. Chegando lá, me deparei com a maior quantidade de patos de borracha da vida, ‘cês não tem noção. Um caminhão jogou os cinquenta-mil patinhos que foram nadando até a linha de chegada! Acho que nem imaginando conseguiria pensar em um número tão alto de patinhos-competidores!

Além do meu coraçãozinho ficar feliz por eu estar ajudando o próximo, o que mais eu ganho ao comprar um patinho? Além de ajudar uma pessoa que precisa, o dono do patinho campeão, nesse ano, ganhou um carro, mas todos os quatro primeiros patos ganharam outros prêmios, que estão descritos aqui.  Mas Giovanna, eu não tô aí pra comprar um pato, comofas pra ajudar? Não tem problema, amigos! É só entrar no www.chicagoduckrace.com e comprar um patinho simbólico para ajudar esses atletas queridos <3

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Foi muito legal ver tanta gente (e patos!) reunidos em prol de uma causa tão bonita. Várias empresas se juntaram para ajudar vender os patinhos, várias famílias foram até a beira do rio para ver a corrida e comprar patinhos!

Também estavam à venda patos de borracha para levar pra casa, já que os patinhos que você compra para a competir não ficam com você no final da corrida, camisetas e patões de pelúcia de óculos escuro, já que tá um solão aqui na windy city! E já que tá tão bonito, deixo vocês com algumas fotos que tirei por lá:

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OPS, nos perdemos!

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Sei que o BEDA tá meio falhado, mas já havia explicado o porquê aqui, mas até o final de Agosto vai ter muita coisa <3 Cês gostam de post sobre Chicago/intercâmbio ou devo parar de escrever sobre? (Eu tô vendo tanta coisa linda que me sinto meio na obrigação de compartilhar aqui, haha). Mas bem, espero que vocês tenham gostado dos patinhos!

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A partir de amanhã, meu endereço é outro. Amanhã acordo ainda meio que sem casa, mas tendo em mente que por 6 meses não vou mais sentar onde estou sentada agora, escrevendo esse post. É aquele negócio de “sair para viver novas aventuras”.

Sempre achei que esse sentimento de “viver novas aventuras” fosse um misto de felicidade e ansiedade. Só. Mas não é bem assim… Junto com a felicidade, o estômago amarra e rola um medo gigante, tão grande que dá vontade de não ir. Vários filmes passam pela minha cabeça, sobre tudo que posso viver e tudo que vou deixar de presenciar, já que vou estar longe de tantas pessoas queridas…

Ah… Parte o meu coração toda vez que eu penso em todo mundo que não coube na minha mala, mas que vou levar no meu coração. Minha família, meu namorado, meus amigos. Não me despedi de todo mundo, mas me sinto aliviada por isso. Comecei a entender o ódio das despedidas.

Eu não sei muito bem como serão os meus próximos 6 meses, mas sei que estou me sentindo feliz, triste, ansiosa, com medo e nervosa sobre eles. É muito sentimento junto, sério. Acho que meu painel de controle está uma bagunça…

Acho estranho como algo que sonhei tanto, durante tantos anos, e corri tanto atrás nesses últimos meses já é hoje. E como não estou totalmente segura disso e como estou me sentindo, todos esses sentimentos misturados.

Arrumar a mala foi difícil, não sabia o que levar, o que deixar e se estava levando muita ou pouca coisa; fazer as coisas pela “última vez” (mesmo que seja pela ultima vez no ano), foi bem difícil: dar tchau pros amigos, pros meus sogros, fazer o caminho da faculdade-casa, dormir pela última vez na minha cama, comer certas coisas… Tudo foi feito com o choro entalado na garganta, que algumas vezes saiu e foi difícil acabar com ele.

Como sempre, estarei aqui para continuar escrevendo pra vocês. Mas essa é a última vez, no ano, que escrevo no meu quarto. E estou com o choro entalado na garganta, como em todas as outras ultimas-vezes-em-um-ano. Amanhã eu volto, mas em outro endereço…

P.S: os últimos dias foram corridos, por isso não consegui postar muito, e acredito que os próximos também serão. Pra completar, uma das câmeras do meu celular quebrou, então não consigo tirar fotos pro instagram (e consequentemente para alguns posts!). Mas ó, tô firme e forte no snapchat, então segue lá: @gmichelato

Fragmentos: Chicago

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Fragmentos de Chicago

Não me considero uma pessoa nostálgica não, mas adoro muito rever momentos que vivi e foi exatamente por isso que criei o Fragmentos! E sabe…, quando eu tive essa ideia, não imaginei que ia ser tão gostoso organizar pedacinhos e ver tudo depois, é meio que um álbum de recordações, haha.

Já que estou nesse clima de ~férias~, resolvi fazer um videozinho com alguns fragmentos da minha última viagem pra Chicago, a cidade mais fria e ~ventosa~ que já visitei! Inclusive, já fiz alguns posts contando um pouquinho mais sobre a viagem e a cidade em si. Se você quiser saber sobre essa viagem aqui tem post sobre como foi ver Chicago do céu, aqui tem post sobre um museu com várias coisas legaisaqui e aqui mini-diários de viagem!

Sei que nem todo mundo gosta de ver coisas sobre viagens, mas eu amo e espero que alguém aí também goste, haha! (Não esqueça de se inscrever no canal clicando na girafinha no video! Ela é mágica!)

E ah, lembra que eu venho falando em vários posts (como nesse e nesse), sobre uma mudança que vai acontecer super em breve na minha vida? Bem, esse vídeo contém uma dica do que é ;) Será que vocês descobrem? haha

Não me esqueçam de contar o que acharam, viu?! Agora que estou de férias (uhul!), espero postar mais no Avec! Então quero ideias sobre posts e videos e etc, haha <3

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Há um tempinho eu perguntei aqui, o que vocês achavam contar um pouquinho sobre as minhas viagens! A viagem mais votada foi a que eu fiz há algum tempinho pra Bangkok, com minha irmã e minha madrinha! Então, vim aqui para contar pra vocês ;)

Pra não ficar muito maçante, vou dividir os posts, sendo que esse é uma ~visão geral~ da cidade, enquanto os outros serão sobre fatores mais específicos!

Quando a gente viaja pra Ásia, o choque de cultura é meio esquisito. Não é porque tudo lá é tão diferente do ocidente… É bem o contrário: estar na Ásia significa re-avaliar todo o jeito ocidental de ~levar a vida~. Quando eu penso no tempo que passei na Malásia-Bangkok-Singapore, eu penso como as coisas desse lado do mundo são diferente do que são lá. Sei que cada povo tem seu ponto de vista e seu jeitinho de enxergar o mundo, mas seria muito bacana ver essa mentalidade nesse lado do mundo. Espero que eu consiga passar isso pra vocês!

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Bangkok é uma cidade “dividida” pelo rio Chao Phraya e, por isso, ele é um dos principais meios de transporte! Como o hotel que eu fiquei era na beira do rio, pegávamos o barquinho para chegarmos até o metro. Eu gosto bastante de andar de barco, então era um role bem legal, ficar vendo as pessoas nos barquinhos ou até ver o por do sol <3

Ainda que a Tailândia tenha fama de ser perigosa, não tivemos nenhum problema. Todos foram muito atenciosos e queridos e ninguém tentou ~passar a perna~ na’gente! Ainda assim, recomendo que fiquem espertos, porque querendo ou não, há muitos casos de assaltos à turistas e ofertas de turismo sexual (o que é muito triste, na verdade!).

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Outro fator bem interessante, são os preços em geral: é tudo muito barato, tanto as comidas quanto produtos de beleza e/ou roupas locais. A Tailândia é um dos lugares que é baratérrimo viajar para, porém, já que a passagem é bem salgada, acaba complicando um pouco.

Os hotéis não são tão caros, ficamos no Hilton, um hotel muito bom e com um atendimento excelente. A piscina era maravilhosa e tinha uma vista espetacular da cidade. Além disso, eles ofereciam barquinhos para fazer a travessia do rio, o que facilitava muito o transporte. E o café da manhã era fan-tás-ti-co: era uma reunião de cafés tipicos de várias partes de mundo. Eram ovos de milhares de formas de preparo, panquecas, waffles, feijão,… Simplesmente o melhor café que já vi ou podia imaginar!

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A Tailândia em geral é uma terra de “lugares de filmes”. Enquanto eu andava por Bangkok, me imaginava dentro de um conto de fadas oriental, porque tudo é tão mágico e surreal que não conseguia acreditar no que meus olhos viam. Os palácios são fantásticos, revestidos em porcelana ou até ouro. Há Budas gigantescos e até um Buda esculpido em um único pedaço de Esmeralda (que usa uma roupinha diferente a cada estação do ano!).

E o mais mágico de tudo, não são só essas “coisas”. O mais mágico de tudo, são as pessoas que enfeitam e formam o que já foi o Sião, e agora é a Tailândia. Todos, independente da condição social, ou do que estão fazendo, carregam um sorriso no rosto. E é por isso que a Tailândia é considerada a terra do sorriso (e o lugar que mais amei conhecer no mundo!).

No próximo post volto aqui para contar um pouquinho sobre o Sião e mostrar os palácios maravilhosos que essa terrinha deixou <3 Vocês tem alguma dúvida ou sugestão para posts? Se tiverem é só deixar um comentário que eu faço um post completinho sobre ;)

 

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Gong Xi Fa Cai!!!! Hoje é Ano Novo Chinês e entrei na ~vibe~ das comemorações devido ao meu snapchat (me sigam lá, é gmichelato!), que está cheio de vídeos sobre a comemoração!

Há alguns anos atrás, eu tive a oportunidade de passar as comemorações do Ano Novo Chinês em países do oriente e sei quão feliz e bonita essa comemoração.

Enquanto estava ~sofrendo de saudades~, tive uma ideia: que tal contar sobre essas viagens e algumas outras que fiz? Não sei vocês, mas eu amo ler sobre viagens e adoro contar também sobre elas… Achei uma ~resolução~ ótima de ano novo (:

O que vocês acham? Já contei um pouquinho sobre algumas viagens, mas acabei nunca terminando de contar tudo. Achei uma oportunidade ótima, principalmente porque eu tenho o “diário de viagem” de todas elas!

As opções são:

  • Malásia, aquela terrinha linda, cheia de coisas tecnológicas e uma fusão cultural tremenda;
  • Cingapura, a cidade mais “perfeita” e regrada do mundo, onde as coisas são estrategicamente planejadas;
  • Bangkok, na Tailândia, a viagem que mais me amadureceu e abriu minha cabeça para a espiritualidade;
  • Disney World e todos seus parques envolvidos, também conhecido como o lugar onde seus sonhos se realizam;
  • Chicago, um monstro de cidade: cheio de lugares para visitar, coisas para aprender e para admirar!

Pra dar sua opinião é só votar aqui embaixo <3

Conto com a opinião de vocês para sugestões 

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Todas as fotos são de minha autoria e não podem ser utilizadas sem permissão. Caso queira ver maior, é só clicar (:

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Olá (: Acharam que tinha largado mão de contar um pouquinho sobre minha viajem à Chicago? Haha, estou aqui de volta e dessa vez vou mostrar para vocês o Field Museum, que é o Museu de História Natural de Chicago!

Eu já tinha ido no Museu de História Natural de Londres, que era fantástico, então fiquei irritando todo mundo para que fôssemos em Chicago! Não existem muitos museus de história natural aqui no Brasil, infelizmente! Para quem não tem ideia do que é um museu desse, ele reúne coisas história do mundo, tanto dos seres humanos, quanto de outros seres que habitaram nosso planeta.

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The Soldier Field

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O Field Museum fica na frente do Soldier Field, que é o nome do estádio do Chicago Bears, o time de futebol americano da cidade! Eu gosto muito de futebol americano, mas nunca imaginei que um estágio podia ser tão majestoso e bonito! Passei lá vários dias e em todas as vezes que fui não consegui achar menos bonito!

Além de ser coladinho com o Soldier Field, fica na mesma área do Aquário e do Planetário! Então se você não quiser gastar o dia todo no museu, pode dividir com o Aquário ou com o Planetário, mas mais pra frente eu falo deles!

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Field Museum

Logo quando você chega no Museu, dá de cara com a Sue, que é a maior e mais conservado T-Rex já encontrado do mundo. Ela é GI-GAN-TES-CA! Mas é muito simpática e ficamos amiguinhas rapidinho, haha. Há alguns outros fósseis bem bacanas, tanto de dinossauros quanto de outros animaizinho mais normais.

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World’s Fair

Nossa primeira parada foi a exposição da World’s Fair que aconteceu em Chicago em 1893! Essas feiras eram uma oportunidade para pessoas do mundo todo mostrarem um  “pedacinho” do país deles. Lembre-se que nessa época o mundo não era nem um pouco globalizado e as pessoas não sabiam como eram as outras partes do mundo. Cada país levava coisas “curiosas” para a população ver.

Aí em cima são uma das “curiosidades” que levaram. O que está no vidrinho é Indigo, que é o que faz o azul do Jeans ;)

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Exposições Fixas

Algumas exposições são fixas, como as de animais – que são todos empalhados, mas mesmo assim impressionantes -, são aves, mamíferos, animais aquáticos,…; de artefatos indígenas da Oceania, norte americanos e latino americanos (mas não tem os índios brasileiros não….); jóias preciosas (não podia tirar foto, infelizmente); e do Egito, que foi de longe a minha preferida.

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State of Deception: The Power of Nazi Propaganda

Uma das exposições mais interessantes foi a sobre a Propaganda Nazista. Foi uma aula de história de como os nazistas utilizavam da propaganda para ganhar apoio da população alemã! A propaganda acabou ser a maior ferramenta para Hitler e todo seu governo para chegar onde chegou e não sair de lá tão facilmente.

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O maior problema na minha opinião é o preço da entrada no museu: $35 (com todas as atividades), ou $18 (só com as exibições permanentes). Como falei aqui, tínhamos comprado o CityPass, então acabou ficando um pouco mais barato… Se você gosta muito de história natural, como eu, compensa! É uma aventura e tanto. Já se não liga tanto, dá para passar essa visita e ir fazer outras coisa se o dinheiro estiver curto. Mas eu sempre penso o seguinte: um pouco de conhecimento “vividos” não faz mal pro bolso e nem pra cabeça de ninguém (:

Ei! Você gosta desse tipo de post? Ainda tenho umas coisinhas para contar sobre a viagem… Mas preciso saber se querem saber mais sobre Chicago. É só deixar um comentário aqui em baixo! Vou ficar muito feliz, viu?! Bisous :*

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Atendendo à (muitos) pedido(s), resolvi gravar mais vídeos (: Fiquei muito surpresa quando muitas pessoas escreveram na pesquisa que gostariam de mais vídeos por aqui e isso me fez ter várias ideias de vídeos futuros, então: aguardem…!

Como ainda estou com muitas saudades de Chicago, resolvi fazer um video sobre uma das coisas mais legais que vi por lá: a neve! Como existem muitas coisas legais, mas muitas coisas chatinhas, resolvi escrever 5 coisas boas e 5 coisas ruins sobre. Mas adiantando: como eu amei tanto a neve, nem liguei para as coisas ruins, viu?! (Só quando eu caí no chão, aí eu liguei um pouco, haha!)

É aquela coisa, né?! A primeira neve a gente nunca mais esquece… E como eu sei que muitas pessoas nunca viram a neve, achei que seria legal fazer um video contando um pouco mais sobre a experiência!

Resolvi também aproveitar os (vários!) vídeos que fiz por lá, já que não tinha ideia de como usá-los… Então dei um misturada e ó: achei que ficou bem legal, haha. Tem até um bônus: muitas aparições do Lucca, o cachorro mais fofo do mundo! (se você duvida, vê o video que você vai entender o grau de fofura, rere).

Espero que vocês gostem, porque foi feito com muito amor e carinho. Eu aceito sugestões de vídeos, já que não sou uma pessoa muito criativa nesse quesito, haha. E continuo na ~reclamação~ do post passado: não tenham vergonha de comentar, meus olhinhos se enchem de alegria toda vez que vejo um comentário! Cada comentário é lido com muito carinho e levo tudo em consideração, porque é super bom ter um feedback de vocês ❤︎

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Bisous :*

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A partir de hoje começo uma série de posts contando um pouco do tempo que passei em Chicago! Diferente do meu (inacabado) diário de viagem do ano passado, vou dividir por temas e não por dias! Um vai ser só sobre restaurantes e comidinhas gostosas, outro só sobre lojas, outro só sobre os jogos de basquete do Chicago Bulls… Os únicos que vão ser “individuais”, vão ser os dos museus, porque ó: são muitas coisas lindas para mostrar.

Para inaugurar essas séries de posts, vou contar um pouquinho sobre os dois lugares que fui que me deixaram ter uma vista maravilhosa da cidade: o John Hancock Observatory e o Skydeck da Willis Tower!

Ainda que os dois tenham propostas parecidas _ de te levar láááá no altão para você ter uma das vistas mais bonitas do mundo _ eles são um pouquinho diferentes. Vale lembrar, antes de tudo, que Chicago é super famosa pela sua arquitetura e pelos seus prédios! É uma mistura muito bonita de prédios novos com prédios antigos (que nem por isso não são modernos!)

 

Chicago Skydeck

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A Willis Tower, que antigamente era chamada de Sears Tower (ainda é, mesmo não sendo o nome oficial!), é o maior arranha-céu da América do Norte: tem 445 metros!  Construído nos anos 70, o observatório conta com um diferencial para outros observatórios: plataformas transparentes que ficam para fora do prédio, dando a impressão de estarmos voando!

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Parece assustador de inicio, mas juro que não é. Você consegue escutar o barulho do vento de Chicago contra o prédio e ver as pessoas-formigas embaixo dos seus pés! É incrível.

Você também consegue aprender várias coisas sobre a história de Chicago: nas paredes há várias informações históricas tanto sobre a cidade, quanto sobre as pessoas que nasceram e vivem lá, como a Oprah, o Obama, o Michael Jordan (que jogou no Chicago Bulls),…

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A única coisa “chata” da experiência é: os elevadores que te levam lá em cima são muito claustrofóbicos, e para ajudar eles colocam muitas pessoas juntas para subir até o 103º andar! Eu achei que ia ter um piripaque e eu nem sou disso, haha. Outra coisa que não é tãão legal é a vista: ela é linda, é claro, mas comparada com a do Hancock, é meio feia até, haha.

Para subir até o observatório custa $19,00, o que não é mooointo barato não! Mas a dica é comprar o Citypass _ que é um “pacote” com os ingressos para as principais atrações da cidade _ você acaba economizando um dinheirão…

John Hancock Observatory

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O John Hancock Observatory foi construído em 1969, sendo um pouco mais velho que a Willis Tower, tem 334 metros de altura sendo o quarto maior arranha-céu dos Estados Unidos! Ainda que seja 100 metros mais baixo que o outro observatório, como ele fica na pertinho-pertinho do Lago Michigan _ o segundo maior lago do mundo, que parece mais um mar, eu juro! _ a vista é muito mais bonita: de um lado tem o lago que é mágico, do outro dá para ver toda a cidade!

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o prédio na direita, com duas “anteninhas”, é a Willis Tower (:

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flash me deixou brancona! haha

Uma das coisas que achei mais legal, foram os “computadores” espalhados pelo andar, com vários quiz(es?), em várias línguas, incluindo português (!!!!), sobre coisas diferentes de Chicago! Além disso, dá para tirar fotos-postais com o Hancockinho (que é o nome que dei para o “mascote” do prédio) e enviar “De Chicago, com amor” por email para seus familiares/amigos!

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Não sei se eu posso chamar de “ponto negativo”, mas o Hancock não tem as plataformas transparentes, mas nem por isso não é uma experiência muito legal. Na verdade, acho que se você não liga muito para a ideia de parecer que estar voando (ou ter muito medo de altura), é melhor economizar os 19 dólares que pagaria para ir no Skydeck e pagar só os 18 dólares para o Hancock!

Assim como o Skydeck, o ingresso do Hancock Obervatory está dentro do Citypass, que é muito mais vantajoso!

A dica para ambos os observatórios é: vá em um dia que estiver com o céu aberto, porque se estiver chovendo ou nevando, ou até nublado, não dá para ver muita coisa, porque você vai estar na altura das nuvens, que vão tampar toda a vista de Chicago ): Mas não deixe de ir mesmo, independente de qual escolher. É um passeio rapidinho, em 40 minutos você termina, e você vai poder gravar uma imagem de Chicago maravilhosa na sua memória!

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Depois de um mês em Chicago, cá estou eu de volta no Brasil! Troquei o frio e os floquinhos de neve por um calor derretedor, literalmente. Mas ok, tinha que voltar e cá estou!

Sempre digo que viagem boa é aquela que dá uma felicidade na ida e tristeza na volta, deixa um gostinho de “quero mais” e muitas histórias gostosas para comentar… Senti falta de algumas coisas do Brasil _como o namorado_, e de outras nem tanto _como me matar de estudar na faculdade e outras coisas desagradáveis_, mas eu supero, haha!

Só sei que: tenho muitas coisas para contar sobre Chicago e outras mais para mostrar. Mas é tanta coisa mesmo que não sei por onde começar nem sobre o que vocês querem saber! Então, se puderem deixar um comentário dizendo o que querem ver/saber sobre Chicago, eu vou amar! Aí me organizo certinho e vou colocando os post conforme o que vão pedindo!

Se preparem, porque coisas lindas estão por vir <3, beijos!

 

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Oi, to de férias! Haha, tirei férias de tudo e resolvi aproveitar a minha viagem e me desgrudar do computador um pouco e viver mais, para escrever tudo melhor depois… Ou talvez nem escrever, mas saber que quando estiver conversando qualquer coisa randomica com a minha família ou com o meu namorado, vou lembrar de alguma coisa que talvez tivesse perdido se estivesse dedicado menos meu tempo à “viver”.

Basicamente, essa ideia veio de um artigo que li há algum tempo atrás, que dizia como nos preocupamos muito mais em fotografar do que viver o momento. É só ver a quantidade de flashes que aparecem em um show… Quantas pessoas acabem vendo o show inteiro diante de uma câmerazinha, ao invés de aproveitar ao máximo o momento… Bem, resolvi generalizar isso!

Só sei que esse tempo que estou aqui têm sido maravilhoso, de verdade. Além de estar em um país “diferente” (mas nem tanto, porque não acho os Estados Unidos muuuuito diferente), estou vivendo coisas que estão me fazendo “enxergar o mundo” de uma maneira diferente. Pode parecer idiota, mas acho que qualquer viagem para um lugar novo, que te tire da rotina, seja dentro ou fora do seu país, acaba expandindo seus horizontes e renovando as energias, dando um “impulso” para tentar ir mais alto.

Meio que só passei “para dar um oi”, dizer que estou viva e que (muito) infelizmente estou de volta logo-logo! Queria ficar aqui para sempre, mas sei que não dá ): e que tenho que voltar para a faculdade, para o inglês, para a academia _ o que vou precisar depois dos 29082390 kg de comida que ingeri aqui!_, para o James e para todas as coisas que amo e odeio no Brasil. Mas ok, a gente se acostuma. E voltando, tentarei contar tintim por tintim do que aconteceu por aqui! Desculpa pelo desabafo, mas ó, to deprimidona que já-já isso acaba!

Mas ó, se vocês tão querendo saber o que tá rolando por aqui, é só acompanhar tudinho no meu instagram! Meio que coloco fotos todos os dias, porque também quero deixar algo registradinho. Para quem não conhece, é @gmichelato!

Mil beijos e obrigada por estarem sempre por aqui 

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Ois (: Ia dizer que “estou sumida” porque vim viajar e ainda não tive um tempo para sentar e escrever para vocês, mas… Eu andei postando tão pouco nesse mês que nem tenho como dar essa desculpa, right?!

De qualquer forma, passei por aqui para contar que estou em Chicago (!!!), depois de vôos atrasados e um perdido… Aqui está tudo bem e tudo muito frio! Hoje os termômetros estão marcando -16ºC (menos-desesseis-graus)! Ainda não saí de casa hoje, mas não estou muito animada para sentir esse frio não, haha, ontem quando estava -5 já estava frio o suficiente.

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E bem… Eu vi a neve cair pela primeira vez ontem no final da tarde (: Foi muito legal, fiquei toda bobona tentando pegar os floquinhos de neve… Mas a neve não foi o suficiente para ficar pelo chão, então estamos aguardando os próximos dias para a nossa tão aguardada guerra-de-bolas-de-neve! (Mas gravei vídeos que, quem sabe, irão ao ar!)

Acredito que volto aqui amanhã, mas se não voltar: não esqueçam de ler o post-importante que fiz sobre 2013 e feliz ano novo, que 2014 seja maravilhoso para todo mundo (:

Até logo e bisous,
Gigi

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Ando com uma saudade muito grande de viajar. E bem, não sei se há como ela sumir, já que não há planos de uma viagem. Foi aí que lembrei que não terminei os post da Disney e resolvi tomar vergonha na cara e continuar <3
Para quem não viu a primeira parte do Magic Kingdom, recomendo clique aqui antes de ler esse post. Por ser um parque gigantesco, tive que dividir em dois.

❤ Adventureland

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Depois de visitar Main Street e a Tomorrowland, fomos andando para a Adventureland, que é a parte do parque que é toda dedicada à aventura _é a terra dos Piratas do Caribe, do Aladin e da Sininho e suas amigas fadas! Os detalhes dessa área são muito bonitinhos e dão um ar de aventura muito real. Ainda que não seja a minha parte preferida do parque, é muito legal se sentir dentro de uma “área de perigos”.

Não há muitas atrações nessa área do parque, infelizmente. Se for uma criança corajosa, pode se transformar em um pirata e até ter aula com o próprio Jack Sparrow _ o que é bem útil, já que ele é um pirata muito talentoso_ e até passear pelos cenários do filme.

Há uma área para encontrar as fadinhas, mas esquecemos de procurá-las ): Também há um passeio de barco pela “selva”, mas todos os animais são de mentira, se estiver muito cansada vale a pena ir, porque os guias são sempre engraçados. Nós só fomos no Jungle Cruise _ que é o passeio pela “selva”_ e na atração dos Piratas do Caribe.

Ah, nós almoçamos no Tortuga Tavern, que vende hamburguer/tacos/besteirinhas: rápido, não tão caro e com uma ambientação super piratesca (essa palavra não existe, mas eu inventei! haha).

❤ Frontierland

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Frontierland é uma parte tão bonitinha do parque, que dá vontade de tirar foto de tudo, é o velho-oeste no Magic Kingdom! Além de ser lar de personagens bem antigos da Disney, como o Horácio e a Clarabela, é lar do Tico e do Teco e dos queridos da Jessie e do Woody! Mas só conseguimos vê-los no dia seguinte, que voltamos para tentar tirar foto e pegar autógrafos deles. (Minha irmã inventou que queria que todos os personagens autografassem o album dela, então tínhamos que entrar em todas as filas possíveis para pegar o autógrafo deles.)

Há 5 atrações nessa parte do parque: a Splash Mountain, que é uma “montanha-russa” de molhar (não fomos porque estava MUITO frio); a Big Thunder Mountain, uma montanha russa de madeira que dispensamos porque não há nada mais chato e dolorido que montanha russa de madeira; a ilha de Tom Sawyer, que nem demos bola, haha; e o showzinho dos Ursinhos Caipiras (em uma tradução para mais que livre, haha), que sei lá porque cargas d’água resolvemos ir. Foi engraçadinho e fofinho, mas eu dormi depois de 5 minutos, mas a Carlinha adorou! haha

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Carlinha fez um amigo Cowboy, haha, ela estava tirando foto e ele entrou na foto dela!

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Diferente do que eu imaginava: vou ter que fazer mias um post para terminar o maravilhoso mundo do Magic Kingdom! Mas calma, é só mais um e aí acabou esse parque (: Haha. No final de todos os parques e lugares, vou fazer um resumão sobre onde comer e o que vale a pena fazer e o que não vale! Mas isso é só no final, até lá tem vários parques pela frente, vocês aguentam?

O próximo post é sobre o Fantasyland e os show do final da tarde e da noite. É o post mais especial para mim, mas o motivo vocês só vão saber no próximo post (:
Queria saber se vocês acharam esse post muito pesado, se tem interesse de ler sobre os parques de Orlando ou não. E se sim, o que mais querem saber!

Bisous,
Gigi

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Gravei esse video há quase um mês e cá estou finalmente colocando ele no ar! 

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Eu sou apaixonada por inverno, para quem não sabe. Tirando a parte do tempo chuvoso daqui de Curitiba, que deixa meu cabelo estilo leãozinhoo inverno é minha estação do ano preferida. Por isso que fiquei tão feliz quando a Stephanie Noelle, do blog Chez Noelle _que totalmente vale o click!_, me convidou para filmar essa TAG tão gostosinha!

Ela consiste em responder algumas perguntinhas relacionada com essa estação. Sei que o inverno passou, mas a minha cidade é fria mesmo, então todas as respostas vão ser válidas até  o final de outubro, haha! #curitibanices

Como vocês podem ver, eu não marquei ninguém no video para fazer essa tag, mas fiquem a vontade, viu! Sempre fico sem graça de marcar, porque não sei se a pessoa gosta de responder. Caso você goste, deixe um comentário aqui em baixo! Assim te marcarei sempre. E claro, eu adoro responder TAG, então sempre que quiserem podem me marcar!

Agora quero saber de vocês: o que mais usaram no inverno? Tanto de roupa, produto de beleza,… Não esqueçam de deixar um comentário me contando tudo.

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Já aviso que esse post será longo, mesmo tendo duas partes (ou talvez três). O motivo são variados: passamos mais de 12 horas nesse parque, ele é cheio de coisas para fazer, todo o canto tem coisas para fotografar, e também porque nós três fizemos um caça aos personagens. Como assim caça aos personagens? A Nicole, que é minha irmã, resolveu que queria TODOS os autógrafos de personagens e das princesas, para o livro de autógrafos dela. Tivemos que passar lá outro dia para conseguir os que faltavam, mas conseguimos.

Como o parque é dividido em Main Street USA (a rua de entrada), Liberty Square e quatro “terras”:  Adventureland, que é a área dos piratas; a Frontierland, que tem uma temática de faroeste; a Tomorrowland, que tem uma temática futurista; e por último a Fantasyland, que é a área da fantasia. Dedicarei esse post à Main Street e a Tomorrowland.  Introdução feita, agora vamos lá.

Acordamos mortas. Três dias de Orlando e nosso corpo já estava atropelado e dolorido como nunca. Como éramos guests, ou seja, éramos hospedes de hotel da Disney, tínhamos “horas mágicas” antes do parque abrir, para aproveitarmos o parque. Acordamos atrasadas e até as três noivas moças se arrumarem, já havia acabado essas horas. Ou seja, não ia ter tempo pro café da manhã, então iámos ter que comer algo no parque…

Olhamos a previsão do tempo, que era 8º, rimos, porque era impossível (na nossa cabeça), de fazer esse tempo na Florida, mesmo que no inverno. Bem, era engano nosso. Saímos do quarto e quase congelamos, estava MUITO frio mesmo. Colocamos as blusas reservas e fomos direto pro carro.

Como nosso hotel era o Art and Animations Resort, que fica dentro do complexo Disney, tínhamos a opção de ir de ônibus até lá. Mesmo com o aviso do moço do hotel, achamos que seria uma ideia melhor, já que temos preguiça de andar, ir de carro!  A “”entrada do parque é muito bonita”” e dá aquele quentinho no coração de pensar que você entrará na Disney… Mas não é beeem a entrada do parque, mas sim do estacionamento.

Ao parar o carro, descobrimos que teríamos que pegar ou o monorail ou o ferry boat para chegar propriamente no parque. Como o dia estava bonito, resolvemos ir de barquinho… A ideia foi meio burra, porque o barco é todo destampado e estava um frio insuportável! Foram 10 minutos de vento, acompanhados de uma visão bonita, do parque se aproximando.

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Quando descemos do ferry boat, a sensação de “estamos na Disney” já era gigante, me senti tão boba quanto da primeira vez, com o coração batendo super rápido! Logo na entrada tem um trenzinho que faz a volta no parque todo, nunca fui nele e não sei muito bem como funciona, mas é claro, tirei fotos! Estava com milhares de camadas de roupas, e por cima, estava com o moletom que a minha tia comprou quando foi para Disney! Ele está perfeito e é meu moletom preferido no mundo, tenho dois iguais que uso sempre <3

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Nossas caras de sol + frio são lindas, haha.

Main Street

Passada a revista e a validação do ticket (que era a chave do nosso quarto), resolvi pegar os bottons que o parque distribuí. Peguei o de 1st Visit (Primeira visita) para a Nicole e de Happy Birthday, porque a viagem era em comemoração ao aniversário dela. Eles colocaram um Mickey como “pingo no i”, coisa mais bonitinha. Logo na entrada, além dos bottons, alguns personagens ficam na pracinha para tirar foto. Nesse dia, e no dia seguinte que voltamos, era a Marie e o Pluto que estavam lá. Como a fila da Marie era menor e gostamos mais dela, escolhemos ela como a primeira personagem da Disney para tirarmos fotos.

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Enquanto a Nico “guardava o lugar na fila”, nós corremos para perguntar sobre almoço com as princesas e com os personagens. Minha princesa preferida sempre foi a Belle, e por isso queria muito ter almoçado/jantado no Be Our Guest, que é um restaurante (novo), que fica no castelo. Porém, a reserva tinha que ser feita com mais de 6 meses de antecedência… Mas o que a Nicole queria mesmo, era ter uma refeição com o Pooh e seus amigos… Ela nunca foi muito de princesas, ela gostava mesmo do ursinho Pooh, tanto que ela sempre se fantasiava dele nas festas à fantasia!

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Decidimos fazer um brunch, ao invés de tomar um café da manhã e depois almoçar, e para alegrar a dona Nicole, fizemos isso no The Crystal Palace, que é o lugar aonde o Ursinho Pooh fica! Ele é localizado bem do lado do castelo, então enquanto você come, você consegue ter uma visão bem bonita.

Clique em ver “more” para continuar lendo o post (:

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Aviso: sou a louca das fotos e tem muitas fotos no post,
mas ele é bem curtinho de escrita, não se assustem!

Depois de quase um mês (que vergonha, rs), continuo contando sobre a minha viagem! Expliquei nos últimos post o motivo de tanto tempo sem postar, espero que entendam…

O terceiro dia de parque foi dedicado à um parque que já era um caso de amor há algum tempo. Quando fomos para a Malásia, viajamos até Cingapura para visitar a Universal Studios de lá e amamos. Então, estávamos todas ansiosas para ver o parque e os Minions!! Saímos do hotel 8:30 da manhã e fomos dirigindo até o parque, que fica até que perto do complexo da Disney.

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Na entrada eles oferecem um estacionamento “vip”, que é mais perto da saída do parque… Escolhemos esse, que foi uns 5 dólares a mais, mas não sei se compensa. Para você chegar na entrada dos parques, você tem que passar pelo CityWalk, que são ruas cheias de lojas legais, e essa é uma caminhada bem grande. Quando você chega no estacionamento, você só não precisa pegar o elevador, porque comprou o VIP. Não sei se vale a pena não, mas ao menos evitamos de andar um pouco menos.

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Bem, o CityWalk tem lojas e restaurantes que são bem úteis no final do dia do parque. Tem Burger King, Starbucks, milhares de outros restaurantes e o mais legal: o Bubba Gump, que é o restaurante do filme Forest Gump! Entramos rapidinho lá, mas não comemos, tinham várias coisas do filme lá dentro. É também lá que tem o Hard Rock Cafe, que além de ter o restaurante tem uma lojinha de coisas da marca… Dessa vez eu não comprei nada, porque já tinha pins e uma camiseta da última vez (sem falar que são muito caras as coisas).

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No caminho até a retirada dos ingressos, tem os lugares que todos tiram fotos, que é no globo da universal e a entrada… Tiramos algumas fotos, mas eu como sempre consegui fazer careta na maioria delas. Também tentei copiar as poses que fiz na minha primeira viagem para Orlando e também as fotos da Universal Singapore.

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Minha irmã comprou um livro de autógrafos e viramos escravas de filas de personagens, que não são muito grandes quando se compara com julho. Logo que entramos, vimos o Bart e o Homer (e uma filona) e ficamos lá esperando. Eles sairam para comprar donuts (bem na nossa vez) e tivemos que esperar eles voltarem! A assinatura dos dois ficou fofinha (e a foto também).

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A principal atração que queríamos ver era a dos Minions, porque somos apaixonadas por Despicable Me! Mas por termos esperado meia hora pelos Simpsons, a fila do brinquedo ficou de 40 minutos e resolvemos deixar para mais tarde. Então nos aventuramos nos brinquedos mais radicais do parque, a Mummy Revenge, que é do filme “A Múmia” e é uma montanha russa meio que no escuro e com uma histórinha, e a Rock’It, que é a montanha russa mais nova do parque.

A Mummy é minha montanha russa preferida porque eu adoro o filme (é sério) e ela é bem gostosinha de andar, tem uma com a mesma temática em Singapore, um pouco diferente, mas tão boa quanto. Na última vez que fui para Disney, estavam construindo a Rock’It, que tem como diferencial poder escolher uma música para ir tocando durante o percurso e ela tem uma subida de 90º. Ela é divertida, e a subida dá mais medo que a descida. Está no top 10, mas poderia ter músicas mais diversas. Eu escolhi U Can’t Touch This, porque achei a mais divertida (o tempo é muito curto para escolher)!

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Antes de irmos almoçar, vimos que iria acontecer uma “parada” com os personagens do Despicable Me! Corremos para lá e foi super divertido! Além do Gru, da Agnes, da Margo e da Edith, o Vector e alguns Minions estavam por lá! Foi muito bonitinho de ver, todos estavam dançando e chamaram o público para dançar também. No final tiramos fotos com todos e também pegamos os autógrafos, que eram muito fofos.

dancinha das meninas!

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Gru bonito!

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Ele estava deixando o caderninho com o “cheirinho” dele, rs.

Passando a alegria de ver os personagens, fomos caminhando para ver um show de música que teria dos Irmãos Cara-de-Pau. Estávamos morrendo de fome, e quando olhamos para trás tinha um restaurante irlandês, o Finnegan’s Bar and Grill, atrás de nós. Não pensamos duas vezes, entramos por preguiça de andar mais e porque estávamos cansadas de hamburger. Mesmo tendo comido Fish and Chips na noite anterior, no Downtown Disney, resolvi comer também. Estava uma delícia, mas essa é uma comida que eu adoro muito muito. Ainda espero achar um restaurante bom de Fish and Chips aqui em Curitiba ):

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Fui ver o show pela janela, quando vi minha tia lá fora falando ao celular, aí ela tirou essa fotinho, haha

Com a barriguinha cheia, resolvemos aproveitar o que restava do parque, algumas atrações como o Despicable Me Minion Mahem, que é a única atração do filme e é muito fofinha. Ela consiste em um filme em 4D, dentro da casa do Gru, onde você está participando de um processo para virar um Minion! A maior parte da fila é dentro da casa, então você consegue ver muitas coisas bonitinhas que as meninas fizeram, como desenhar na parede, bilhetinhos para o “pai” delas e tudo mais.
O único problema desse brinquedo, é ser em 4D. Assim como em umas das atrações do Harry Potter, o Soaring, o Shrek,… eu passo MUITO mal nesses brinquedos. Mal de verdade, de precisar ficar sentada por um tempo, tomando água e passar o resto do dia com dor de cabeça e enjôo. Mas eu fui, porque era uma oportunidade que não podia ser perdida. No final dele, você encontra os minions e dança com eles, o que é bem bonitinho. E ah, você saí dentro de uma lojinha, cheio de coisas do filme.

A casa do Gru (e o brinquedo do Despicable Me)

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Alcançado nosso propósito, resolvemos ir atrás de personagens e passear pelo parque, até dar o horário d o show do Beetlejuice! Passeamos por toda a Universal e encontramos personagens muito legais, como o Salsicha e o Scooby, a família Simpson,…

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Antes de irmos embora, vimos a parada do final do dia, que reuniu os personagens do parque, incluindo o Bob Esponja e a Dora (que é a minha preferida). Todos dançavam, pulavam, a música era alta, tudo muito divertido e muito colorido, haha.

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Bem na saída do parque, as pessoas que trabalham na Universal ficam dando tchau para quem passa. O que é muito legal, porque podemos nos despedir (e agradecer) aquelas pessoas que ajudaram a criar uma experiência tão linda! Enquanto agradecíamos, um dos mocinhos que cuidam da montanha russa da Múmia, começou a me seguir! Foi muito assustador, eu corria e ele corria atrás de mim! Não conseguia fugir. Comecei a dar muita risada e ele só parou de me perseguir quando eu saí do parque!

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E esse foi mais um post do meu diário de viagem! Espero que tenham gostado, porque ainda tem mais.

Bisous,
Gigi